Problema Estrutural? Dicas de Como Recuperar sua Edificação
Economia na manutenção pode virar problemas estruturais em lajes, vigas, pilares ou coberturas, que ocorrem devido corrosão do aço e/ou carbonatação do concreto Construtoras, administradoras de condomínios e proprietários de imóveis, procuram ser eficientes de forma econômica quando se trata de manutenção de edificações. Porém, esta economia pode refletir futuramente em problemas estruturais em lajes, vigas, pilares ou coberturas, que podem ocorrer devido corrosão do aço e/ou carbonatação do concreto. Muitas pessoas, leigas no assunto, se arriscam a dar soluções sem fundamento, as vezes até mesmo um profissional da engenharia que não seja especialista no assunto, pode apontar soluções “simples” para problemas que não são tão simples quanto parecem. Processo de carbonatação do concreto e corrosão do aço Para resolver o problema rapidamente, geralmente o responsável pelo imóvel procura um construtor/pedreiro de sua confiança. Começam assim os problemas, que poderão reduzir a vida útil da edificação ou até comprometer ainda mais a sua estrutura. Outro erro comum é procurar a empresa que construiu a edificação para fazer as correções. É sempre bom ter uma opinião técnica além da construtora, para que se tenham um entendimento do que é de fato a solução, e o que é a “maquiagem” da solução, que pode vir a ser proposta pelo construtor/pedreiro para minimizar os custos. As fissuras e deformidades que enxergamos, são apenas os efeitos do problema que está por traz deles, o que precisa ser compreendido de fato, são as causas que provocam este problema. Às vezes a tentativa da remoção do concreto e a substituição das armaduras simplesmente podem provocar problemas com maiores gravidades, no futuro ou no presente, inclusive com o desmoronamento da estrutura. Devemos relembrar que o termo “recuperação estrutural” se trata de um processo que é uma série de fenômenos sucessivos de causa e efeito, que deverão ser identificados através de um Laudo Técnico Específico. A recuperação estrutural geralmente é motivada por processo de corrosão em suas armaduras, cujo conserto deverá ser feito nos sentidos físicos e químicos. O Laudo Técnico Estrutural, seja em concreto armado ou mesmo em estruturas metálicas, deve fornecer claramente as causas do problema e expor de forma explícita as suas soluções incluindo uma previsão dos custos da recuperação da estrutura. Portanto fique atento em qualquer situação “milagrosa”, pois a ganância em diminuir o custo, é de grande irresponsabilidade do profissional, que ao invés de tentar resolver um problema poderá criar um ainda maior futuramente. Se comparando as patologias estruturas com doença, fica mais claro o entendimento. Se a doença for tratada eficientemente nas suas causas, o doente se recuperará. Caso contrário haverá um “camuflagem” da patologia, podendo levar a morte. Na maioria das vezes a sua estrutura terá uma chance de ser recuperada desde que o processo seja conduzido por um especialista. A dica sempre será: Contrate um profissional qualificado! Espero que tenham gostado do post! Até mais =)
Saiba Mais: 11 Dicas Para Contratar Mão de Obra Para Uma Reforma ou Construção
Seja para obras maiores ou para obras pequenas como uma reforma de um banheiro. Alguns destes cuidados são interessantes de serem observados. Se você pensa em fazer sua obra diretamente com um empreiteiro, sem o gerenciamento ou acompanhamento de um profissional da área, existem alguns cuidados que devem ser tomados. Seja para obras maiores, como a reforma inteira de uma residência como para obras pequenas como uma reforma de um banheiro. Alguns destes cuidados são interessantes de serem observados. 1. Procure referências – Quem te indicou? Se você o encontrou através de uma pessoa pouco conhecida ou outra maneira qualquer, vale a pena pedir para visitar algum trabalho que ele tenha realizado, e talvez conversar com algum antigo empregador. Se não houver referência nenhuma, desconfie. Existem muitos que dizem “fazer tudo” no mercado, mas que na verdade não fazem nada. 2. Tenha um projeto – A recomendação é sempre ter um projeto em mãos, ainda que algo simplificado. O projeto serve como instrução para que você não tenha de ficar na obra o tempo todo tirando dúvidas e ainda ajuda a prever custos e se preparar para a compra de materiais. Sem contar que o resultado final tende a ser muito melhor se pensado com cuidado no papel antes! 3. Combine prazos – Se prepare para atrasos, pois infelizmente eles são comuns, mas tenha um limite para isso. Combine com o encarregado um tempo para a obra e um adicional de tempo por conta de chuvas ou outros problemas, se a sua obra for do tipo que sofre essa interferência. É importante um bom entendimento nesta questão. 4. Faça um contrato – Independente do tamanho e complexidade, é sempre muito importante ter tudo no papel: prazos, forma de pagamento, descrição das atividades a serem realizadas, multa (se for o caso) e forma de pagamento. Deixe sempre ao menos uma parcela para ser paga só depois da entrega e aceite da obra. Anexe o projeto ao contrato, assim você terá tudo ainda mais claro numa eventual confrontação. 5. Reveja tudo – Pensar em todos os itens que se deseja antes do inicio do projeto, é essencial. Itens como os pontos elétricos, som, alarme, hidráulica e outros, quando são esquecidos é uma grande complicação para realizá-los mais tarde. E um desperdício de dinheiro. Caso tenha dificuldades, contate um profissional para auxilia-lo. 6. Relação de material – Se o seu encarregado da obra não for comprar os materiais, veja com ele toda a relação de materiais que tem de ser encomendado. Combine datas dos pedidos e prazos de entrega, pois a falta de materiais pode ser responsável por muitos dos atrasos na obra. Se sua obra requer a compra de grandes quantidades, maior fica o seu poder de barganha, conseguindo assim uma redução nos custos. 7. Proteções e entulhos – Quem vai pagar a caçamba? Quem vai pedir a troca? Ela pode ficar estacionada na frente da obra? O encarregado vai colocar as proteções no piso depois de realizá-lo? De que tipo? Essas questões costumam ser esquecidas, ou deixadas para serem conversadas apenas durante a obra. Converse cuidadosamente com o seu encarregado sobre essas questões. 8. Segurança da obra – Há momentos, dependendo da obra, que há um valor alto em material estocado. Um assalto pode atrapalhar todo o seu orçamento e ainda gerar grande mal estar na obra, desconfianças entre os trabalhadores e cliente, e assim por diante. Geralmente vale a pena fazer um seguro se sua obra tem um porte médio. 9. Entenda os processos – Antes de começarem os trabalhos, tente entender, através de conversas com o encarregado de sua obra, como as coisas serão feitas, quais procedimentos e metodologias serão aplicadas. Pergunte até entender tudo, essa é uma forma de torná-lo capaz de controlar o andamento dos trabalhos, e obrigará o encarregado á raciocinar sobre o processo de todo o trabalho a ser feito. 10. Acompanhe o trabalho – Faça um acompanhamento de perto durante a obra, mas não “sufoque” o trabalhador. Elogie sempre que for pertinente para incentivá-lo a dar seu melhor. Caso a obra esteja atrasada exija firmemente resultados, mas cuidado para evitar deixar um clima ruim ao ponto dos trabalhadores pensarem em deixar a obra. 11. Faça um recebimento de obra – Quando o trabalho terminar faça um recebimento formal da obra com o encarregado. Esse recebimento, também conhecido como aceite de obra, é um procedimento muito importante. Veja todos os pormenores, cheque se todos os pontos elétricos, hidráulicos e demais sistemas funcionam corretamente. Depois desse recebimento, acerte a parcela de retenção conforme o contrato. A maior parte da obra gera pequenos problemas e algumas preocupações. A postura com que você acompanha esse processo é muitas vezes fundamental e pode fazer a diferença entre ver o seu sonho ser erguido ou ver tudo se transformar num pesadelo. Caso os problemas estejam incomodando ao ponto de você estar infeliz, está na hora de chamar um profissional da área para interceder. Boa sorte com a sua obra e tente se divertir!
Dúvida do Cão: Que Cor Pintar a Parede?
Sempre temos essa dúvida quando estamos reformando ou construindo, é um fator simples, mas complexo por exigir uma decisão que pode influenciar até seu humor. Sempre temos este ponto crucial quando estamos reformando ou construindo um imóvel, é um fator simples comparado ao restante das tarefas na obra, mas complexo por exigir uma decisão que influenciará até seu humor durante o dia-a-dia. Segundo a presidente da American Psychology Association”s Society for Enviroment, Mary Gregerson, “a cor afeta a mente e o corpo das pessoas” – sendo assim de grande importância a escolha da cor ideal para o seu estilo de vida. Com isso vamos dar algumas dicas na intenção de ajudar vocês na escolha certa! Para começar vamos apresentar o significado das principais cores em relação a emoções e sentimentos: CORES PRIMÁRIAS VERMELHO: A mais quente e dinâmica cor; Tem o poder de ativar, apaixonar e emocionar; Estimula a energia e aumenta a pressão sanguínea, a respiração, as batidas do coração e o pulso; Incentiva ações e a confiança; Aumenta a paixão e a intensidade; Fornece um sentido de proteção do medo e ansiedade. AMARELO O mais brilhante e energizante entre as cores quentes; É feliz, acolhedor e estimulante; Torna as pessoas mais falantes; Estimula o otimismo e a esperança; Ajuda a concentrar a atenção e estimular o intelecto. AZUL: Representa calma, confiança e segurança; Aumenta a criatividade, contemplação e espiritualidade. CORES SECUNDÁRIAS: LARANJA: É uma cor equilibrada, vibrante e cheia de energia; Também é amigável e convidativo; Reflete calor, excitação e entusiasmo; É muito ativo, alegre e sociável; É menos excitante do que o vermelho mas agradavelmente estimulante. VERDE: É uma cor equilibrada e rejuvenescedora; Representa estabilidade e possibilidade; Associada à saúde e à tranquilidade; Representa o crescimento, vitalidades, abundância e natureza; Símbolo da fertilidade, tem efeito calmante e alivia o estresse. ROXO: Representa a nobreza, riqueza, sucesso e sabedoria; É muito calmante e muitas vezes esta relacionado à intuição e à espiritualidade; Estimula a área do cérebro da resolução de problemas e de criatividade. Agora que já sabem a psicologia das cores, seguimos com mais algumas dicas para ajudar na hora de pintar: Analise o cômodo que deseja pintar, leve em conta o tom dos móveis e dos objetos decorativos. Isso ajudará a entender a influência das cores na decoração e como combinar com a mobília que você possui. Leve em consideração os gostos pessoais de quem vive na casa, aliás, cada pessoa reage de forma diferente diante das tonalidades e contrastes. A cor influencia diretamente no humor, estado de espírito e concentração, além de estimular sensações. É necessário ser definidas de acordo com o uso do ambiente. Aproveite os efeitos das tintas para transformar os cômodos, por exemplo: cores claras como palha, amarelo, branco e demais tonalidades próximas, tem o poder de aumentar o espaço do ambiente por meio de ilusão de ótica, podendo ainda ser combinada com cores mais fortes e alegres, trazendo equilíbrio e movimento. Antes de pintar, reúna fotos de ambientes com cores que você pretende usar, isso irá referenciar as dimensões da vida real e proporcionará melhores combinações, como num quebra cabeça. A cor da fachada deve combinar com o estilo do imóvel, assim como os portões, portas e janelas. Porém, não há necessidade de usar a mesma cor na parte interna, já que a cor interna deve acompanhar os tons da mobília e da decoração Se ainda tiver dúvidas sobre a cor desejada, conte com a assessoria da REFORM REPAROS E REFORMAS para simular diferentes tons e combinações, assim como nossos serviços de pintura e mão de obra para conclusão da sua obra! E lembre-se sempre: Antes de por a mão na massa, faça sempre um teste num pedaço pequeno da parede, pois algumas tintas mudam sua tonalidade quando completa a secagem. Esperamos que tenham gostado e estamos aguardando contato para melhor atendê-los! Na REFORM é assim: PRECISOU > CLICOU > PINTOU!
Dicas Para Tornar um Empreendimento Mais Sustentável
Veja algumas dicas de como transformar edificações mais antigas em edifícios mais sustentáveis Cada dia mais ouvimos falar em sustentabilidade e preservação do meio ambiente. Antes estes conceitos se restringiam a ambientalistas e especialistas, hoje já passaram a fazer parte da nossa realidade. Isso acontece devido a facilidade de acesso á informação, e também aos primeiros indícios de esgotamento do planeta na capacidade de prover recursos naturais. A construção civil é responsável pelo consumo de boa parte dos recursos naturais, sejam eles na fase de construção ou na fase de uso das edificações. A fase da construção dura em média um período de 2 anos, mesmo sendo a fase de maior impacto ambiental, o seu uso após a conclusão pode variar em média de 50 á 100 anos. E durante a vida útil desta edificação, ele necessita de recursos naturais para suprir as necessidades do seu uso, tais como energia, água, esgoto, etc. Apesar das boas construções atuais, a média de idade das construções no Brasil é de no mínimo 25 anos. Ou seja, existem edifícios mais novos e eficientes,mas também uma grande quantidade de edifícios antigos e ineficientes,que foram projetados e construídos em uma época que não existiam conceitos de sustentabilidade. O grande desafio é transformar estas edificações em edifícios mais sustentáveis, visto que eles são um dos grandes responsáveis pelo uso ineficiente de água energia do planeta. Para torná-los sustentáveis é bem mais complexo do que uma construção nova sustentável. O processo de reabilitação sustentável encontra dificuldades devido ao canteiro de obras restrito, alta quantidade de resíduos, falta de projetos das edificações e reclamações dos vizinhos. Outro fator crítico, é que em algumas edificações, para que seja possível fazer o processo de reabilitação, a edificação não pode estar ocupada. Porém, em outros casos existe a possibilidade de fazer a reabilitação com a edificação em funcionamento. O primeiro passo para tornar um edifício existente sustentável é uma análise minuciosa da situação atual em relação aos requisitos de Alta Qualidade Ambiental (AQUA), que baseiam-se na qualidade do edifício e na qualidade ambiental das práticas . A qualidade da edifício demonstra como a construção, em si, atende aos critérios de sustentabilidade, como, por exemplo, elementos de fachada (brises), sistemas de ventilação natural, facilidade de acessos para manutenção, iluminação natural, entre outros. A qualidade do edifício está relacionada a um bom projeto arquitetônico e a uma execução consciente. Já quanto ao seu funcionamento, é de responsabilidade da parte funcional da edificação, uma vez que o usuário é o grande responsável pelos impactos ambientais decorrentes de sua operação. Desta forma, não adianta nada o edifício ser totalmente sustentável, se as práticas de operação não forem sustentáveis. Após a etapa de análise inicial é necessário traçar a estratégia ambiental do edifício, hierarquizando quais iniciativas deverão ser postas em prática primeiro, sempre levando em consideração a relação custo x benefício x preservação do meio ambiente. Um exemplo interessante é a instalação de sensores de presença em todos os ambientes do edifício, inclusive com lâmpadas fluorescentes. Neste caso, a análise leva não só em conta o consumo de energia, mas também o impacto ambiental decorrente do descarte das lâmpadas. Portanto, não existe uma receita pronta para transformar os edifícios existentes em sustentáveis, pois a complexidade de uma construção pode ser muito grande. A receita ideal é utilizar uma metodologia para tornar o edifício sustentável de modo que a reabilitação sustentável possa efetivamente atingir os resultados desejados, contribuindo para a redução da escassez de recursos naturais. Espero que tenham gostado do post dessa semana!Até á próxima =)
Quando Devo Fazer Uma Reforma?
Neste artigo vamos citar alguns sinais de que sua casa está precisando de algum reparo. Para a grande maioria reformar é sinônimo de decorar ou modernizar o estilo da casa. As pessoas focam em mudar a cor da parede, trocar os móveis ou o piso, dão atenção para a aparência estética e deixam despercebido o que realmente precisa de reparos técnicos. Neste artigo vamos citar alguns sinais de que sua casa está precisando de algum reparo. “Há dois tipos de sinais que podem indicar riscos – que vão desde a deterioração da construção ao longo dos anos até seu desabamento. No primeiro caso, o aparecimento de trincas e fissuras chama a atenção. Já nó segundo exemplo, são manchas de umidade que dão o primeiro alerta.” – diz o Professor e Engenheiro Massayuki Mário Hara. O ideal é que a construção receba vistoria a cada cinco anos por um profissional especialista em patologias de construção, na intenção de prevenir alguns problemas antes mesmo de causar danos. Abaixo vamos citar os problemas mais recorrentes e também algumas soluções: – Infiltração e Umidade: É um dos primeiros sinais de que a construção não anda bem. As características se resumem em mofo, escurecimento e estufamento das paredes e se não for rapidamente resolvido afeta o acabamento descolando pisos e azulejos e pode até prejudicar a estrutura. Antigamente se usava ferro galvanizado nas tubulações, esse material dura no máximo 30 anos, por esse motivo esse tipo de encanamento apresenta maior vazamento por conta das corrosões causadas pelo tempo. Neste caso é necessário localizar o vazamento, quebrar a parede e fazer a troca de toda a tubulação danificada. Por este motivo recomendamos evitar a infiltração, que é mais fácil do que combate-lá. Evite o acúmulo de sujeira fazendo periodicamente a limpeza da caixa de gordura, tubos e caixas de passagem de esgoto e calhas que evitam que esse mal aconteça. – Instalações Elétrica e Hidráulica: Essas instalações dizem respeito a fiação elétrica, estrutura hidráulica, ar-condicionado e automação residencial. É comum presenciar quedas repentinas da chave elétrica, esse caso indica que a fiação é muito fina, antiga ou que o quadro de energia não está sendo o suficiente para tamanha demanda, principalmente quando o imóvel é antigo e devido ao avanço tecnológico e disponibilidade de grandes opções de diversos aparelhos eletrônicos, que tendem a sobrecarregar um sistema insuficientemente. Recomenda-se a troca de toda a fiação para evitar acidentes mais graves, como um incêndio causado por curto circuito elétrico. Canos estourados ou retorno de água pelo ralo indica que a estrutura hidráulica precisa ser renovada, assim como a instalação de ar-condicionado ou de automatização também pede por renovação nos tubos, pois necessitam de ajustes estruturais e técnicos para melhor viabilização. O ideal quando surge esses problemas é refazer todo o encanamento e tubulação novamente, aproveitar o “quebra-quebra” e evitar estresse futuramente. – Acabamentos: A vida útil da tinta costuma ser bem curta, no máximo 5 anos, por esse motivo recomendamos reaplicações periodicamente para manter sua aparência nova e evitar o descascamento da mesma. Não só a tinta mas o papel de parede e revestimentos em geral necessitam manutenção frequente por ter pouca resistência ao tempo, e algumas vezes a manutenção não é o suficiente, solucionando apenas com a troca do material. – Esquadrias de Portas e Janelas: É normal que ao longo dos anos as portas e janelas comecem a emperrar por conta da dilatação da madeira ou enferrujamento do ferro, além de perder sua estética e sua função de isolar e proteger o interior do imóvel. Há manutenção, porém, recomendamos investir em esquadrias novas e modernas, com melhor manuseio e isolamento térmico acústico. – Estilo Arquitetônico: As tendências mudam dia após dia, você pode ter seu próprio estilo, mas uma hora vai enjoar ou simplesmente resolver mudar tudo. Para isso, indicamos uma consulta com especialista em design de interiores para orientação da mudança na decoração e no revestimento, além dos móveis. Mudança é sempre bem vinda e além de inovar, valoriza seu lar! – Estilo de Vida: A mudança do estilo de vida também pede uma reforma. Há famílias que crescem, tem seus filhos, animais de estimação e pedem ampliação e planejamento do espaço. E há famílias que diminuem, os filhos se mudam e o quarto vira escritório ou sala de televisão. Cada caso é um caso, mas para tudo há solução! Esperamos que tenham aproveitado as informações, e já sabem: Perceberam algum sinal de reforma? Chame a REFORM – quem mais entende do assunto!
Proteja Sua Casa dos Ruídos Externos
O que fazer com todo barulho que vem de fora? A Reform preparou essas dicas para você. Depois de chegar em casa após um dia de trabalho, o que você mais quer é sossego para descansar. Principalmente se você vive nas grandes cidades e em prédios com vizinhos por todos os lados. Mas, como fazer isso com todo barulho que vem de fora? Algumas dicas que podem amenizar os efeitos, mesmo com seu imóvel já construído, principalmente se você já souber de onde está vindo o barulho. Se o barulho for de casas noturnas, bares, ou da rua, o problema recai somente sobre o morador. Assim, você deve reclamar com as autoridades municipais sobre o excesso de barulho e aumentar o isolamento da sua casa. No Brasil os caixilhos de portas e janelas não costumam ser 100% confiáveis. Caso entre água por eles, com certeza o som passará muito mais facilmente. Para que se tenha um isolamente acústico eficiente, terá que pagar mais por isso, usando esquadrias de pvc e vidros duplos nas janelas, por exemplo. É mais caro, mas o efeito é notório. A opção de placas de gesso normalmente são mais aplicavéis pela praticidade e também por serem anti-alérgicas. Dependendo do barulho, um papel de parede texturizado já ajuda no isolamento. As paredes feitas de drywall podem vir com revestimentos como lã de rocha ou placas de gesso acartonado, que melhoram muito o conforto acústico. Para evitar o quebra-quebra, você pode revestir as paredes voltadas para o barulho externo com carpetes. Nas portas pode-se usar borrachas de vedação nas suas extremidades. As paredes, que estão sendo feitas cada vez mais finas, também deixam passar muitos ruídos. Mais saiba que é impossível barrar todo o barulho vindo de fora. Com o imóvel já pronto, as medidas são somente paliativas. Em edifícios, onde o barulho vem dos vizinhos, o som se espalha pelas vigas e lajes. Para não incomodar o vizinho de baixo, você pode colocar mantas acústicas sobre o piso, para diminuir o ruído feito por sapatos, por exemplo. Mais saiba que é impossível barrar todo o barulho vindo de fora. Com o imóvel já pronto, as medidas são somente paliativas. O barulho vindo do vizinho de cima pode ser amenizado com forros acústicos, mas para evitar mesmo o barulho, somente acabando com ele na fonte, ou seja, seria preciso retirar o piso do seu vizinho, colocar materiais isolantes e instalar o piso novamente. O respeito entre vizinhos é fundamental, tanto de quem faz o barulho, quanto de quem ouve. É impossível pensar em viver hoje sem ouvir nenhum barulho proveniente do lado de fora da sua casa ou dos vizinhos. O diálogo entre moradores sempre é o melhor negócio. Mas a principal dica é ter bom senso. Morar hoje nas cidades, em uma sociedade coletiva, requer esforço de todos os lados. É isso aí pessoal, espero que tenham gostado do post dessa semana.Semana que vem tem mais!
Bambu: O Aço Vegetal
Dentro todos os materiais alternativos, surgiu o BAMBU – material com grande potencial por sua resistência, flexibilidade e durabilidade. Nos dias de hoje a construção civil tem buscado cada vez mais elementos sustentáveis para a obra. Dentro todos os materiais alternativos, surgiu o BAMBU – material com grande potencial por sua resistência, flexibilidade e durabilidade. Na China, ouro verde. No Brasil, madeira dos pobres. Originário da Ásia, o bambu evoluiu de gramíneas que existem há 40 milhões de anos. O dicionário da respeitada organização de paisagismo e horticultura, Royal Horticulture Society, registra aproximadamente 1200 espécies de Bambu – 200 delas no Brasil. É considerada a planta com o crescimento mais rápido, relatado inclusive no livro de recordes, Guiness Book, um crescimento de 91 centímetros em um único dia. Embora os colmos (seção entre os nós) tenham vida útil de 4 a 15 anos, suas touceiras podem atingir um século de vida, com suas brotações anuais. Assim como a madeira, o concreto e o aço, que exigem seus cuidados apropriados, o bambu necessita de conhecimento para ser feito o corte e tratamento com produtos industrializados, visto que, seu lenho é muito suscetível a ocorrência de fungos e bactérias. Na obra, além do aspecto sustentável e verde, o bambu tem vantagens construtivas pelo fato de ser oco e leve, facilitando o carregamento. O fato de ser natural lhe confere melhor desempenho termo-acústico do que materiais industrializados, além de ser mais rígido do que a própria madeira e trazer beleza e rusticidade ao ambiente. Existem várias técnicas de executar a construção com bambu, seja com parafusagem, cortes para que as peças se encaixem ou a mais comum e rústica: amarração dos troncos; a vantagem desse método é que as peças ficam intactas, sem furos ou cortes, podendo serem futuramente reutilizadas em outras funções. Flexibilidade do Bambu Construção toda em Bambu O Bambu tem poder não apenas de renovar, mas de salvar o planeta do esgotamento – com resistência comparável a do aço, o bambu é considerado a mais alta tecnologia da natureza, de acordo com dados do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. O setor da construção é o mais devastador e poluente, consumindo cerca de 50% dos recursos naturais e de 25% a 40% de toda energia produzida no planeta, gerando de 30% a 50% dos resíduos sólidos e de 30% a 40% das emissões de gases do efeito estufa. Outro fator que entra em alta é o desmatamento dessa planta. Nas fazendas brasileiras o famoso Bambu é considerado praga por seu crescimento rápido e pela dificuldade de poda no local. Ou seja, se usado com fiscalização do Código Internacional de Construção (IBC) e todos os requisitos ambientais, não haverá problemas. O Bambu é considerado uma fonte ilimitada de material, já que sua reprodução é rápida. “Os Bambus tem o poder de nos salvar – A produção de uma tonelada de aço gera duas toneladas de CO2, enquanto a produção da mesma quantidade de bambu absorve duas toneladas de gás carbônico.” – diz o pesquisador sênior do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), Khosrow Ghavami, 75 anos, com mais de 270 artigos publicados sobre o tema. Abaixo segue algumas características mecânicas do Bambu: Compressão: Se for considerada a resistência em relação à densidade (resistência específica), o bambu mostra-se mais eficiente do que o concreto. As peças curtas de bambu podem suportar tensões superiores a 50 MPa, superando a resistência dos concretos convencionais. Além disso, o concreto tem densidade superior a 2 e o bambu apresenta 1/3 desse valor. Tração: O módulo de elasticidade do bambu gera em torno de 20.000 MPa, cerca de 1/10 do valor alcançado pelo aço. Cabos de bambus trançados oferecem resistência similar ao aço CA-25 (2.500 kgf/cm2). O peso, no entanto, é 90% menor. Flexão: O bambu apresenta rigidez suficiente para que possa ser utilizado em estruturas secundárias, na forma de treliças e vigas. Na Colômbia, Equador e Costa Rica foram desenvolvidos importantes projetos estruturais com o Guadua Angustifolia (espécie considerada uma das 20 melhores espécies de Bambu do mundo para uso na construção). Durabilidade e facilidade de manuseio do Bambu Esperamos que esse artigo amplie suas ideias, renove seus métodos de construção e abra portas para a inserção desse material tão nobre e benéfico em todos os sentidos. O Meio Ambiente agradece e sua obra trará diferencial e extrema sutileza!
Projetos: A Importância Para Reformar ou Construir
Iniciar uma reforma ou construção sem projeto é um erro grave, mas infelizmente comum no dia-a-dia No dia-a-dia quando adquirimos algum produto, na maioria das vezes, este vem acompanhado do famoso “manual de instruções”. E assim como qualquer tipo de produto que compramos, as edificações não são diferentes. Mas aí você pergunta: “O que seria então o manual de instruções da minha casa?”. Te respondo prontamente: OS PROJETOS! Seja para reformar ou construir, a ausência de projetos pode na maioria dos casos, aumentar ainda mais os gastos planejados para a obra e no final, fica sempre a impressão de que a economia gerada em não elaborar os projetos, acabou saindo mais caro do que com eles em mãos. E pensando em esclarecer alguns pontos e aconselhar da melhor forma possível, preparamos mais este artigo para deixar sempre o seu ambiente de obra o mais tranquilo possível. Confira! Iniciar uma reforma ou construção sem projeto é um erro grave, mas infelizmente comum no dia-a-dia. É importante lembrar que a elaboração dos projetos serve como um mapa da edificação para antecipar possíveis imprevistos além de detalhar, especificar e quantificar os materiais e as execuções necessárias para a obra, otimizando o resultado da mesma com o mínimo de perdas ou desperdícios. A elaboração dos projetos que são necessários para uma obra, são de responsabilidade de profissionais de engenharia e arquitetura e são complementares para a harmonia total da obra. A partir do desenvolvimento do projeto, a escolha dos materiais adequados para cada ambiente é facilitada. Além das partes decorativas, como revestimentos, pisos e móveis, o projeto deve englobar também a previsão das instalações hidrossanitárias (água fria, água quente, esgoto e pluvial) e elétricas, executadas sempre de acordo com as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), o que resulta em um maior conforto e segurança para os usuários. Outro ponto essencial para um resultado encantador aos olhos do cliente, é o desenvolvimento de um projeto de interiores para prever espaços adequados para circulação e uso coerente da iluminação, o que resulta em economias futuras nas contas de energia elétrica. Exceder ou faltar iluminação, usar luz branca em locais que são necessárias outras colorações e lâmpadas inadequadas para o ambiente são os erros mais corriqueiros quando não se elabora um projeto necessário. Mas aí surge mais uma dúvida: “Quais os tipos de projetos que eu posso precisar?” É claro que isto também vai variar de acordo com o seu tipo de obra, se é uma simples reforma, uma construção residencial do zero, ou até mesmo uma edificação comercial, industrial ou especial no caso de hospitais, clínicas, etc. Para cada tipo de edificação, podem variar os projetos necessários, porém, para todos os casos são sempre essenciais. Costumam fazer parte do projeto, definições como: Terraplenagem; Fundações (após a sondagem adequada do solo); Arquitetura (planta baixa, cortes, fachadas, locação, etc.); Paisagismo; Interiores; Estruturas (metálica, madeira, concreto, alvenaria estrutural); Instalações Hidrossanitárias; Instalações Elétricas; Análise térmica/energética; Impermeabilização; Combate a Incêndio; Ar condicionado; Automação; Segurança predial; Drenagem; Pavimentação; Elevadores ou transporte vertical; Acústica; Meio ambiente; Impacto de tráfego; Dentre outros que devem ser verificadas as exigências, junto a órgãos fiscalizadores competentes. Na definição dos projetos necessários para sua obra, também se enquadra o planejamento geral da mesma com a elaboração de orçamento detalhado e o cronograma físico-financeiro. O orçamento detalhado, apresenta com variações de erros mínimas, a quantidade e a descrição dos materiais a serem utilizados, bem como a mão-de-obra necessária para cada atividade da obra, sendo possível uma maior precisão no quantitativo geral de materiais e nos valores que serão gastos para a aquisição dos mesmos. E, o cronograma físico-financeiro é uma representação gráfica da previsão da execução da obra, no qual se apresentam os prazos e os gastos de cada fase do projeto. E às vezes, mesmo consciente da importância do projeto e do acompanhamento da execução do mesmo, o proprietário erroneamente prefere não elaborar os projetos, “porque um pedreiro conhecido da família tem anos de experiência e que “nunca” caiu nada“. É aí que mora o maior perigo de todos! Sem a explicação que o projeto dá, nunca se terá a certeza de quanto será investido nesta determinada obra, seu desempenho construtivo, e ainda, quando será sua conclusão. A elaboração dos projetos necessários, representam de 2 a 4% do valor do custo da obra, e ainda geram economias em fases posteriores, o que torna a não elaboração dos projetos, uma economia completamente ilusória. Portanto, lembre-se sempre: o sucesso de qualquer tipo de obra começa com a elaboração dos projetos necessários que serão úteis para o funcionamento e bem estar da edificação. Para isto, você já sabe, a contratação de um profissional de engenharia ou arquitetura é essencial! Conte com a gente! Até a próxima!
Home Office: 9 Passos para um Escritório Eficiente em Casa
Aprenda como criar um escritório em casa de forma mais eficiente. Você trabalha em casa mas não tem um ambiente estruturado para isso? Trabalha fora, mas se dedica nas horas vagas á um trabalho temporário? E você estudante, já começou a estudar e percebeu que o sofá e a cama não são bons lugares para isso? Se sua resposta é positiva, aprenda como criar um escritório em casa de forma mais eficiente. 1) Escolha do cômodo adequado: Sabe aquele depósito, quartinho extra que normalmente é usado para guardar itens não utilizados?Talvez seja o momento de se livrar destes itens e indesejados e utilizar o espaço de forma mais proveitosa. Se não existir essa opção na sua casa, pense em um lugar da sua residência para utilizar como seu “espaço da concentração”. 2) Planeje e organize: Responder algumas questões, como: Com o que você trabalha? O que você estuda? O que você precisa para atender as suas necessidades? As respostas para estes questionamentos é primordial para fazer uma lista do que você precisa, onde comprar e o que reaproveitar. Após esse processo, procure pensar em qual formato é melhor, de forma que facilite sua rotina e agrade seu estilo de decoração. 3) Crie suas regras: Considere criar algumas regras como horários fixos para refeições e outras pausas, pois ter um escritório em casa é conviver com tentações. Você pode ligar a TV de vez em quando, pode comer a qualquer hora ou então lembrar que tem louça de ontem acumulada na pia. Por isso, considere criar algumas regras como horários fixos para refeições e outras pausas. Uma lousa pode ajudar nessa tarefa ou, se preferir, um quadro branco também é uma boa opção. 4) Comece a trabalhar quando tudo estiver pronto: Acostumar-se com a bagunça e com a falta de rotina não é nada bom. Faça todas as reformas e ajustes que precisar antes de iniciar as atividades no seu novo escritório em casa. Durante esse período você pode alugar alguma sala comercial ou espaços públicos com acesso à internet, como centros culturais e bibliotecas estaduais. 5) Planejamento á vista: Trace objetivos e procure detalhar cada passo necessário para atingi-los. Definindo prazos para finalizar cada um desses passos e se comprometendo a cumpri-los você certamente otimizará seu tempo e terá mais sucesso. Uma boa dica é tornar isso visível através de desenhos, escritos em um calendário ou até mesmo uma linha do tempo. 6) Invista em você: Se você quer um dia produtivo e cheio de criatividade é hora de se reeducar. Lembre-se de que nosso cérebro entende cada mensagem que enviamos a ele e isso provoca respostas. Sutilmente seu corpo mostrará mudanças e colaborará para o resultado final. Levante, tome um banho, vista uma roupa confortável e aceite o desafio de fazer a jornada ser boa. 7) Solte-se de vez em quando: Se o seu escritório em casa foi feito para ser usado todos os dias, cuidado. respirar um bom ar fresco e ficar muito tempo sem contato com o mundo lá fora pode ser um crime à sua saúde e ao seu bem-estar. E, já que você se propôs a criar e seguir regras para ter um bom desempenho, você também merece uma folga de vez em quando, não é? 8) Personalize: A palavra “escritório” deve ficar bem longe do sentimento “tédio”. O primeiro grande passo para isso é inserir muitos de seus toques nesse espaço. Coloque um pôster de sua banda preferida, uma foto com os amigos. Traga alguns de seus livros preferidos e até seus discos. Pense em papeis de parede, em comprar uma cadeira bacana e confortável. Esse deve ser um lugar em que você gosta de ficar. 9) Mude o ambiente: Abrir os olhos para a novidade faz bem para a criatividade, para o sentimento de conforto e de alegria. Sendo assim, mude alguma coisa daqui um tempo, nem que seja algum item decorativo a mais na estante. Isso é um processo normal e que vale para outras coisas na vida como o guarda-roupas e os lugares que frequenta. Espero que tenham gostado do post! Até á proxima! =)
Construção Tijolo ou Bloco: Qual Escolher?
Chegou o tão sonhado momento de construir e pintou aquela dúvida que é frequente na cabeça do proprietário: Tijolo ou bloco, qual a melhor escolha? Chegou o tão sonhado momento de construir e pintou aquela dúvida que é frequente na cabeça do proprietário: Tijolo ou bloco, qual a melhor escolha? No mercado encontramos vários tipos de tijolos e blocos fabricados com diferentes materiais e tamanhos. Eles se dividem em duas categorias: estruturais e vedação, e são responsáveis diretos pelo resultado final da obra, seja pela qualidade ou pelos gastos gerados. É importante antes da decisão, avaliar sempre a relação custo-benefício e comparar o preço e o rendimento do material escolhido com a qualidade do mesmo, já que a falta de padronização da maioria das peças gera quebras na hora do encaixe durante a obra, gerando consequentemente um maior desperdício e aumento gradativo na produção de entulho. A alvenaria é um elemento essencial da edificação e precisa atender a cada situação, sempre com atenção a exigências básicas como: peso; permeabilidade; resistência mecânica; características de isolamento e condução térmica; tipo de superfície e acabamento previsto e de acordo com projeto desenvolvido por engenheiros ou arquitetos. A partir disto, vamos ver alguns tipos, vantagens, desvantagens e seus usos mais comuns. Confira! Pedras – Utilizada desde a idade média, hoje ainda é aplicada em muros de arrimo, fundações e muros aparentes, neste caso com finalidade estética. Além da alvenaria, pode ser usada apenas como revestimento nas paredes. Blocos de concreto – Utilizados geralmente como vedação, também possuem fabricação para alvenaria estrutural, no qual suportam maiores cargas. Existem diversos tipos, com dimensões, formatos e materiais diferentes. Comparado ao tijolo comum ou ao de solo-cimento, o bloco de concreto rende mais porque a mão-de-obra executa este tipo de alvenaria rapidamente. É o mais resistente de todos e o desperdício ocasionado por quebras do material é bastante inferior ao tijolo baiano ou tijolo furado. Utiliza-se menos argamassa de assentamento e camadas mais finas de reboco. Entre todas as opções, é o que oferece um menor conforto térmico. É necessário total cuidado com as paredes externas devido a facilidade em absorver umidade. Concreto Celular ou Pumex – Indicado como vedação para construções sustentáveis e rápidas, possui baixo peso e simples manuseio e é também bastante utilizado para fechamento de vãos e enchimento de lajes. É fabricado com uma mistura de cimento e materiais silicosos (em especial o Silicato de Cálcio). Sua produção não agride o ambiente, já que são gerados de resíduos. Ótimos isolantes térmicos e acústicos com um diferencial importante: são resistentes ao fogo. Simples de serem serrados e furados. Tijolos de Vidro – Com alto valor, são utilizados somente em locais específicos (muretas e fechamentos) com finalidades de iluminação e estética, especialmente quando se usa iluminação projetada, neste caso para tirar um maior proveito da luminosidade e características de reflexão do material. Impedem parcialmente a visão dos dois lados, deixando apenas vultos aparentes. Tijolos de Solo-Cimento ou Tijolos Ecológicos – São uma espécie de evolução dos tijolos de adobe por serem fabricados à base de terra sem cozimento, mas possuem cimento em sua composição tornando-os estruturais. São resistentes e podem ser deixados aparentes, não precisam de argamassa para o assentamento, apenas uma “cola” específica para o tipo do material e são fixados nas paredes juntamente com as instalações elétricas e hidráulicas não havendo a necessidade de recortes e quebras. De uma maneira geral, tijolos feitos à base de terra possuem um diferencial em termos térmicos e acústicos, mesmo possuindo furos em seu centro. O grande problema encontrado são as análises técnicas dos fabricantes por normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), que em muitos casos são ausentes e a diferença de dimensões de fabricante para fabricante. A sustentabilidade tanto na fabricação como na execução são outro diferencial, já que geram uma quantidade de resíduos bem reduzida em comparação a construção convencional. Tijolos de Barro Cru ou Tijolos de Adobe – Antigamente era muito utilizado e hoje em dia é raro devido a sua complexidade nos cuidados para resistir às intempéries devido a sua fragilidade. Tijolos maciços, à vista, comum ou de barro cozido – A evolução dos tijolos de barro cru, possui dimensões pequenas e exige um gasto relativamente alto com argamassa de assentamento e mão-de-obra devido à complexidade do rendimento do assentamento. Proporciona um excelente conforto térmico e acústico. Esteticamente tem a opção de ser aparente, ou o famoso “tijolinho à vista”, só requer cuidados especiais com a impermeabilização para evitar infiltrações e desgastes. Tijolos Refratários – Tipo especial de tijolo cozido, fabricado com argila enriquecida de materiais que diminuem a retração mecânica quando expostos a altas temperaturas. Comumente utilizados para construções de fornos e churrasqueiras. Ótimos isolantes térmicos. Tijolos Laminados – A evolução dos tijolos de barro cozido com maior resistência mecânica e menos porosidade (menor absorção de água). Indicados para alvenaria aparente devido a sua superfície lisa conferir um bom acabamento e não permite argamassa de revestimento. Sua desvantagem gira entorno do custo, pois os furos presentes nos mesmos absorvem uma grande quantidade de argamassa. Tijolos Furados ou Baiano – Possuem na parte externa ranhuras que facilitam a aderência da argamassa de revestimento e em seu interior canais prismáticos ou “furos” que ajudam a diminuir seu peso. Os mais comuns encontrados são de 6 e 8 furos, porém há uma grande variedade de tipos do mesmo. Só podem ser utilizados como vedação por não suportar cargas estruturais. É o tijolo mais barato encontrado no mercado, porém com altos índices de desperdícios por questões da sua fragilidade, o que gera uma alta produção de resíduos no canteiro de obras. Aconselha-se a compra de 30% a mais na quantidade devido a estas perdas. Outra desvantagem é falta de padronização de dimensões o que interfere diretamente no aumento dos gastos com material e mão-de-obra, principalmente na etapa de nivelamento das paredes. Comparado ao tijolo comum e ao bloco de concreto, seu desempenho térmico é superior. Independente de sua escolha, recorra sempre a auxílio profissional