Apartamentos Pequenos: Saiba Como Aumentar os Espaços

Existem alguns truques na hora de reformar e decorar ambientes pequenos, especialmente apartamentos. Vejam algumas delas: Existem alguns truques na hora de reformar e decorar ambientes pequenos, especialmente apartamentos. Vejam algumas delas: 1 – Rebaixamento de gesso são muito utilizados em residências, porém eles diminuem a altura do pé-direito, dando assim uma sensação de “confinamento” .A altura mínima indicada para pé-direito é de 2,60m, em ambiente como banheiros e lavanderias podem ter um altura mínima de 2,40m. Caso o pé-direito já seja baixo, aconselha-se abrir mão do rebaixamento. Em casos sem gesso, a iluminação pode ser feita com peça de sobrepor, pendentes e iluminação indireta (abajur, luminárias de chão, etc.). 2 – Móveis grandes ocupam muito espaço e diminui a circulação interna dos ambientes. A utilização de móveis pequenos da a sensação de estar em uma “casa de bonecas”, com cada coisa em seu lugar. Por isso o ideal e definir a utilização de cada espaço antes, para que assim você consiga planejar os móveis que vão compor o espaço. 3 – Mesas de centro mal posicionadas podem atravancar a circulação. O ideal é investir em formatos diferentes, onde permitam uma circulação melhor no ambiente, onde a distância mínima entre os móveis é de 60cm. 4 – Tapetes pequenos dão a impressão de um ambiente cheio de divisões e mais apertado. Assim o ideal e investir em tapetes na maior dimensão possível, onde se possa envolver todos os móveis do ambiente sobre o mesmo. 5 – Caso a opção por tapetes não seja de seu gosto, o ideal é revestir o piso com madeira. Por ser um material natural, ele traz a sensação de conforto,é bonito e tão durável quanto um piso frio. 6 –No dia a dia, é melhor ter uma sala só para receber visitas, ver TV, fazer refeições. O ambiente fica mais agradável e bonito. Portanto, o ideal é diminuir a divisão dos ambientes, sem contar que, a integração dos mesmos faz com que de ganhe valiosos centímetros nos cômodos. 7 – Linhas horizontais parecem ampliar o ambiente. Por isso, troque prateleiras até o teto por estantes compridas e baixas. Acomode os objetos em armários ou estantes baixas e horizontais. 8 – Evite poluir a parte de cima das paredes com muitos enfeites ou móveis com grandes superfícies lisas (por exemplo, estantes altas ou armários profundos). Essas peças parecem pesadas e tornam o apartamento mais apertado. Reserve a parte de cima das paredes para objetos delicados. 9 – Vale à pena engastar os móveis nas paredes. Instale móveis suspensos. Enxergar o chão,ou o tapete, desaparecendo debaixo dos móveis faz o espaço parecer maior. Evite prendê-los no teto: desinstalar os móveis exigirá muito quebra-quebra, caso você queira mudar o ambiente depois. 10 – Pinte paredes e teto de uma só cor.Com isso conseguimos um ambiente mais limpo e “clean”.Cores claras transmitem a sensação de que o ambiente é maior. Se optar pelo cinza, aplique tons próximos do bege, para não deixar o ambiente frio. Fuja dos beges amarelados, esses tons saíram de moda faz tempo.Caso pretenda colocar muitos quadros na parede, escolha tinta branca. 11 – Cubra superfícies inteiras com espelhos. Espelho bem usado amplia o ambiente, e é necessário que se olhe uma segunda vez para o ambiente para perceber que a peça está lá. Fuja de espelhos com formatos inusitados e com chanfros e molduras. Evite espelhos atrás de TV, pois eles tiram a atenção do aparelho e do móvel que deveriam estar destaque. Espero que tenham gostado do post! =)

A Importancia da Manutenção da Sua Casa

Pensando em te auxiliar a fazer as melhoras escolhas, preparamos algumas dicas e explicações entorno deste assunto corriqueiro do nosso dia-a-dia. Confira! Frequentemente nos deparamos com uma necessidade de manutenção em várias ocasiões. Seja uma manutenção em um eletrodoméstico, no automóvel, na própria saúde e até mesmo em nossa residência ou ambiente de trabalho, ou seja, a famosa manutenção predial. E pensando em te auxiliar a fazer as melhoras escolhas, preparamos algumas dicas e explicações entorno deste assunto corriqueiro do nosso dia-a-dia. Confira! Desde que a edificação é entregue para utilização, há a necessidade de observar sempre as possíveis manutenções a serem feitas para aumentar além do conforto do usuário, o tempo de vida útil do imóvel deixando-o esteticamente sempre conservado e com suas instalações em perfeito estado. Alguns fatores que originam estas manutenções necessárias são principalmente: a movimentação e o assentamento da edificação no solo; variações de temperatura; condições de poluição; desgastes devido à intempéries; etc. É fácil perceber que se trata de uma tarefa que exige planejamento e recursos. Portanto, um processo de manutenção adequado é essencial para o bom funcionamento da edificação. Teoricamente existem dois tipos de manutenção: a corretiva, que é para corrigir algum problema que já apareceu e a preventiva, que é para prevenir algum problema que pode aparecer ou aumentar de acordo com o tempo. Mas aí surge aquela dúvida: Manutenção ou Reforma? As reformas são necessárias em casos de adequação da edificação a situações novas, como por exemplo, as instalações elétricas e hidrossanitárias de imóveis antigos que não foram projetados para as modernidades dos equipamentos atuais. Dados consultados junto a ABRAMAN (Associação Brasileira de Manutenção e Gestão de Ativos), o setor de manutenção movimenta em média, anualmente, cerca de 10 bilhões de reais. Perto da realidade e da necessidade de manutenção, ainda falta muito para que as pessoas se conscientizem e prefiram gastar menos na manutenção preventiva do que muito mais quando da necessidade da manutenção corretiva. Prova disso é o número de edificações com inúmeras degradações espalhados por qualquer cidade, inclusive prédios com altos valores históricos. A ausência de qualquer tipo de manutenção, além de representar um prejuízo gradativo ao proprietário, coloca em risco a segurança e até mesmo a saúde dos usuários. Na hora de fazer a manutenção, seja corretiva ou preventiva, é necessário evitar a execução: Sem conhecimento das normas devidamente regulamentadas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e técnicas a serem empregadas para executar o serviço; Sem conhecimento real do problema apresentado; Sem projetos técnicos (em caso de reparos na estrutura do edifício); E o mais importante e primordial de todos eles: Sem planejamento, físico oufinanceiro. Ambos são indispensáveis. As áreas do edifício que tendem a receber manutenção podem ser dividas da seguinte forma: Corpo do edifício: Estrutura, Fundações, Pintura, Acabamentos, Alvenarias de fechamento, Telhado, etc; Áreas externas: Jardins, Muros, Grades e Gradis, Áreas de acesso, Áreas de lazer, Piscinas, etc; Instalações: Elétricas, Hidrossanitárias, Internet, Telefone, Ar-condicionado, etc; Equipamentos Especiais: Segurança, Automação, etc; Ambientes Comuns: Halls, Salão de Festas, Academias, Garagens, etc; Independente do tipo de manutenção, bem ao contrário do que costuma ser feito, é extremamente necessário o acompanhamento profissional, a falta de conhecimento técnico pode levar a erros grotescos. No geral, quando se contrata o famoso “quebra-galho”, faz-se a famosa manutenção paliativa, ou seja, gambiarra, que ás vezes resolve o problema, mas momentaneamente e pode levar a problemas bem mais sérios e a gastos desnecessários. Portanto, nunca se esqueça, o gerenciamento da manutenção deve sempre ser realizado por profissionais especializados. Até a próxima!

Acessibilidade: Como Adaptar A Casa Para Idosos?

As adaptações para deixar o ambiente mais funcional, com todos os espaços montados de acordo com as limitações dos mais velhos, em alguns casos é necessário. A terceira idade faz parte da vida de todos nós, sejam por parentes próximos ou pelo simples fato de que todos nós um dia seremos idosos. Por isso, as adaptações para deixar o ambiente mais funcional, com todos os espaços montados de acordo com as limitações dos mais velhos, em alguns casos é necessário. Os idosos necessitam de cuidados especiais, inclusive no que diz respeito à decoração da casa. Revestimentos, mobiliário e peças decorativas são pensados de acordo com as necessidades encontradas pela terceira idade. Os ambientes podem conservar as estruturas originais, porém visando sempre a redução das dificuldades de circulação de uma área para outra e reduzir as chances de acidentes. As ideias são bem criativas e interessantes, mas podem aumentar os gastos com a obra. Muitas casas de repouso e asilos já aderiram a decoração voltada para os idosos. A valorização dos moradores da terceira idade deve ser apresentada em projeto, pois idosos principalmente os que estão doentes ou com dificuldades de locomoção, devem realizar duas atividades básicas com facilidade e conforto. Dicas para adaptar a casa para idosos Revestimento de piso: O grande número de acidentes por quedas em idosos, se dão pelo fato da não adequação das residências. Quedas em idosos podem agravar doenças ou até mesmo danificar os ossos, pois eles já se encontram mais frágeis nessa faixa etária. Construir pisos antiderrapantes é a melhor forma de prevenir acidentes.Com um bom projeto de paginação, as peças conseguem aliar a beleza com a segurança. Cuidados com o banheiro: Os ambientes sanitários costumam ser o local com maior índice de acidentes, pois o chão é escorregadio e não possuem estrutura adequada para locomoção interna. Para facilitar o acesso procura-se instalar barras de apoio e vaso sanitário mais alto. Quando o morador possui Alzheimer, não é recomendado objetos pontiagudos e de vidro, bem como o uso de espelhos pode causar alterações no comportamento do idoso. Vale ressaltar que para maior comodidade e segurança, em casa com dois ou mais pavimentos, o banheiro adaptado deve estar situado no primeiro andar da residência. Acesso aos cômodos da casa: Casas que se faz necessário o uso de escadas, é recomendado evitar escadas longas ou cheias de curvas, utilizando sempre corrimãos. Para prevenção de acidentes e locais que permitam um certo descanso, é recomendado instalar suportes em determinadas áreas da casa. Se possível, os ambientes devem ser espaçosos, para que o idoso se sinta a vontade no sentido de locomoção. Mobiliário para idosos: Móveis sem quina e fixos no chão devem ser evitados em ambientes residenciais, a medida de ajudar a evitar ferimentos caso o idoso procure apoio. Adaptações indicadas: Caso seja possível, substitua os degraus por rampas, afim de tornar o lar mais seguro. Janelas amplas facilitam a entrada de luz natural durante o dia, facilitando assim as atividades do idoso. Lugares feitos sob medida, ou seja, nem muito altos e nem muito baixos também ajudam na autonomia dos idosos. É recomendado ainda deixar os corredores iluminados e se preocupar com o contraste da porta com a parede para que a pessoa possa enxergar com mais nitidez. Crie facilidade para o idoso abrir as portas adotando maçaneta de alavanca ao invés de redondas. Na hora de decorar uma casa para idosos, é melhor evitar os apetrechos desnecessários que representam obstáculos, como vasos e esculturas. Evite qualquer acessório que possa resultar em quedas, como é o caso dos tapetes. Aproveite as dicas de decoração e faça as mudanças necessárias para tornar a casa do idoso mais segura. Afinal, eles merecem todos os cuidados necessários! Espero que tenham gostado do post! =)

Pintura: Tintas e Acabamentos

Preparamos um guia com os tipos de tinta e acabamentos mais utilizados. Confira! Uma cara nova para o lar é sempre o desejo de várias pessoas, certo? Pode ser uma nova fachada, uma decoração diferenciada, uma área de lazer para chamar os amigos e reunir a família toda ou uma simples pintura nova, que além de modificar a aparência, pode cair muito bem. O primeiro passo para a reforma de sua pintura, seria a escolha das novas cores e o tipo de acabamento que elas possuem, para deixar o ambiente ainda mais aconchegante. Hoje, no mercado, possuem vários tipos de tinta para os mais diversificados tipos de trabalhos, sejam eles dentro ou fora da residência, e, se informar melhor sobre essas diferenças influencia totalmente no resultado final da pintura, seja pela qualidade e até mesmo pela durabilidade. Com essa variedade de produtos as dúvidas sempre tomam conta da cabeça na hora da decisão, e pensando em auxiliar você a fazer a melhor escolha, preparamos um guia com os tipos de tinta e acabamentos mais utilizados. Confira! Paredes e Tetos Para paredes os tipos mais utilizados são as tintas: Látex PVA e Látex Acrílicas. Para paredes internas, ou seja, no interior da residência, podem ser utilizados os três diferentes tipos de tinta Látex que dão três tipos de acabamentos diferentes (Econômica – Fosco; Standard – Acetinado; e Premium – Brilhante). A opção por um dos tipos, depende do gosto do cliente pelo tipo de acabamento desejado. Para paredes externas, ou seja, fachadas, muros e laterais da edificação, onde há incidência de chuvas, ventos, etc. as Látex também podem ser utilizadas, porém o mais indicado são as Standard ou Premium devido a proteção a intempéries que possuem em sua composição. Há ainda casos onde tintas específicas são utilizadas como em banheiros (bacter kill – “assassina de bactérias”: possuem acabamento acetinado e não acumulam mofos) e edificações litorâneas que devem possuir uma proteção anti-maresia. As tintas Látex Acrílicas são diferentes das Látex PVA devido a resina utilizada na fabricação. As tintas PVA possuem acetato de polivinila e as Acrílicas são feitas a base de resina acrílica. Devido a estas diferenças, muitos imaginam que as tintas PVA são indicadas restritamente para uso interno por questões de durabilidade e por serem frágeis a qualquer lavagem, porém existem as tintas Acrílicas Econômicas, indicadas exclusivamente para uso no interior da edificação e as Látex PVA Standard e Premium que podem ser utilizadas em paredes externas sem nenhum problema. Madeiras Para as madeiras em áreas internas a recomendação frequente é o uso de Vernizes, Stains, Tintas a Óleo e Esmaltes. Estes materiais além de evitar trincas e rachaduras, auxiliam na proteção contra o envelhecimento precoce e degradação do material protegendo contra a água, combatendo a formação de fungos e deixando o ambiente ainda mais agradável. Já para as madeiras em áreas externas, que ficam expostas ao tempo e à intempéries, vernizes com filtro solar e esmaltes Premium são as mais indicadas por conta da proteção que passam para a peça de madeira. O tipo do acabamento depende bastante do gosto do cliente e de alguns fatores como o grau de proteção adequado e o local de aplicação, mas nem sempre a solução adequada é a que agradaria os olhos do cliente, e, da mesma forma que a escolha que ficaria mais ao gosto do cliente pode não trazer a proteção e a solução adequada. Vernizes – Versões Brilhante e Acetinado; Acabamento sofisticado que destaca as camadas da peça de madeira; Stains – Realçam a tonalidade da madeira; Foscos; Não formam filme sobre a peça; Deixam as camadas à mostra, realçando o aspecto rústico e natural a peça; Tintas a Óleo e Esmaltes – Realçam a tonalidade da madeira e escondem os veios da madeira. Metais Os mais indicados e utilizados são os Esmaltes e as Tintas a Óleo, seja para o interior ou para o exterior da edificação. Pisos internos As Tintas Epóxi são as mais indicadas e utilizadas sobre pisos internos devido à baixa resistência a raios solares. Apresentam excelente resistência à abrasão, aderência, dureza e a água. Acabamentos Conforme citado anteriormente, existem diversos tipos de tinta e cada uma delas proporciona um tipo diferente de acabamento. Os acabamentos mais comuns e utilizados nos ambientes são: Fosco – Sem brilho; Disfarça irregularidades nas superfícies e proporciona aparência uniforme; Acetinado – Brilho intermediário (entre Fosco e Semibrilho); Intensidade do brilho disfarça imperfeições nas superfícies; Boa resistência à água e mofos; Semibrilho – Proporciona brilho e reflexos intensos; Indicado para superfícies sem imperfeições; Excelente resultado em batentes, portas e janelas; Brilhante – Indicado para detalhes em gessos, portas, batentes, janelas, rodapés e etc; Não permite retoques e peças com imperfeições por ficarem bastante visíveis; Facilidade na limpeza por deixar a superfície lisa. O resultado final da pintura depende principalmente das condições de execução e do ambiente. A escolha do tipo adequado de tinta para cada ambiente, os acabamentos que elas proporcionarão e a contratação do profissional capacitado também são fatores que influenciam diretamente neste resultado satisfatório. Espero que tenha gostado das dicas! Até a próxima!

Piscinas Biológicas: Lazer e Sustentabilidade

Diferente das piscinas convencionais, as piscinas biológicas tem um sistema que não utiliza cloro ou outros produtos químicos. A piscina biológica (ou ecológica) ainda é pouco conhecida no Brasil, isso porque o sistema legislativo estadual diz que as piscinas públicas devem receber cloro, mantendo o PH entre 7,2 e 7,8 e Cloro Livre de 0,2 a 1 ppm (partes por milhão), ou seja segundo a lei é obrigatório clorar as piscinas, mesmo que tratamentos naturais ou com sal, ionização, sistema ultravioleta ou ozônio sejam eficientes. Contudo, a legislação nacional que resguarda e dispõe sobre a  Qualidade de Água de Piscina (NBR 10818 de 1989) não obriga nenhum tipo de tratamento químico nas piscinas no país. PISCINAS BIOLÓGICAS x PISCINAS CONVENCIONAIS: Diferente das piscinas convencionais, as piscinas biológicas tem um sistema que não utiliza cloro ou outros produtos químicos; essas substâncias são usadas para eliminar as bactérias e fungos, mas podem ser substituídas por plantas aquáticas. De uma forma natural, as plantas substituem os produtos químicos e serve de filtro para garantir a limpeza e a manutenção da piscina através da libertação de oxigênio que caracteriza o processo de fotossíntese. A vantagem da piscina biológica é que ao contrário da convencional, ela exige pouquíssima manutenção, já que tem um auto sistema de tratamento da água. PASSOS PARA CONSTRUIR UMA PISCINA BIOLÓGICA: Após escavar o terreno (em áreas planas de pelo menos 50m²) deve ser colocada uma geomembrana de polietileno, vinil ou borracha de EPDM (etileno-propileno-dieno) para a impermeabilização. Só depois começa a ser desenhado o formato dela com as pedras. São compostas de duas áreas: A área para banho, que é semelhante a uma piscina comum, porém que está conectada a uma área vegetativa de regeneração, que deve ser protegida com tela e também com uma mureta para separar as pedras, areia e as plantas da área de banho, mas que permita o fluxo de água. A água circula de uma parte para outra por ação das bombas hidráulicas. É extremamente importante que exista essa divisão para não ter incômodos com insetos e girinos que são atraídos pelas plantas aquáticas.PS: Para não haver essa criação de insetos nas plantas, algumas pessoas adotam o uso de peixes na piscina, que se alimentam desses insetos e outros micro-organismos que surgem. É necessário um breve estudo do clima de sua cidade e do solo de sua casa, essas informações são essenciais para que escolha os materiais e plantas mais indicados. Na demonstração abaixo segue um esquema de como deve ser implantado todos os intens: CUSTO: Em geral, tem um custo de R$295 a R$500,00 metro quadrado. O investimento inicial para construir essa piscina é cerca de 20% a mais da convencional, porém, não há custos com manutenção depois da construção.Constantemente oxigenada, a água quase não sofre com o risco de produção de microrganismos e bactérias, e as plantas, subsistentes, regeneram-se de forma contínua. Resta ao proprietário apenas recolher as folhas mortas na superfície e aspirar o fundo uma ou duas vezes por mês para evitar a formação excessiva de calcário. Algumas fotos de piscinas biológicas já executadas: Além da piscina ser totalmente sustentável e econômica, ela se integra ao paisagismo local, do ponto de vista arquitetônico ela valoriza o espaço adaptando-se ao ambiente. É de grande importância que um profissional que entenda sobre piscinas ecológicas acompanhe a obra para não haver futuros problemas. Apresentamos a verdadeira função das piscinas biológicas e suas vantagens comparadas a piscinas convencionais, que por mais que a construção tenha um valor um pouco mais elevado, ainda assim compensa por não haver manutenções. Temos a intenção também de quebrar tabus para quem não conhece o sistema utilizado e tem a ideia de um espaço sujo e poluído, demonstrando que as áreas das plantas para purificação da água ficam em um espaço integrado mas separado da área de banho. Espero que tenham gostado: Uma ideia simples e moderna que diferencia e harmoniza seu lar!

Pisos e Revestimentos Soltando: E Agora?

Para manter você informado sobre pisos e revestimento soltando, preparamos uma lista com informações necessárias sobre esta situação. Muito se engana quem pensa que a principal função de qualquer tipo de revestimento seja apenas estética, ou seja, embelezar a fachada da edificação. Essa função também existe, porém, a função construtiva de revestimento é de além de proteger o imóvel de agentes externos (chuvas, ventos, etc.), levar ao usuário conforto, segurança e aumento de vida útil da edificação evitando a degradação dos materiais utilizados na construção. A patologia mais comum e a mais grave para estes materiais, é o descolamento. Além do alto risco de acidentes em caso de revestimentos de fachadas, o material perde totalmente suas funções, o que também leva problemas para o interior da edificação. E, para manter você informado sobre mais este tipo de patologia corriqueira no mundo da construção civil, preparamos uma lista com informações necessárias sobre esta situação. Confira! Como manifestam? Falha na escolha de materiais: Incompatíveis com as condições de uso, especificação incorreta, não obediência à especificação de cerâmicas, argamassas e rejuntes; Dosagens incorretas de argamassas e rejuntes; Imersão de placas cerâmicas em água antes do assentamento com argamassa comum; Falha no assentamento: Mão-de-obra desqualificada e/ou sem o domínio da técnica necessária; Variações térmicas e intempéries; Má aderência das placas cerâmicas ou argamassas; Tensões maiores que a capacidade de aderência na ligação cerâmica/argamassa; Costumam manifestar cerca de 5 (cinco) anos após a conclusão da obra; Descolamento e queda das placas, podendo ocorrer o descolamento do emboço junto; Estufamento; Perda de aderência sem queda deixando as placas ocas; Presença de outras patologias (umidades e infiltrações); Movimentação da estrutura da edificação; Ausência de juntas de movimentação no revestimento; Assentamento sobre superfície mal preparada: suja, mal curada, degradada. Quais são os cuidados necessários para evitar este problema? Projeto detalhado e pesquisa adequada do revestimento da fachada; Compra e controle adequado dos materiais necessários; Contratação de mão-de-obra especializada; Controle e execução de acordo com os procedimentos e especificações citados pela ABNT(Associação Brasileira de Normas Técnicas). O que fazer pra recuperar o revestimento que soltou? Antes de qualquer coisa deve-se eliminar qualquer outro tipo de patologia como umidade, infiltrações, trincas, fissuras, etc; Remover o revestimento comprometido; Limpar bem a superfície da placa; Verificar qualidade do emboço (massa grossa) ou contrapiso onde a placa será reinstalada; Se o emboço ou o contrapiso estiver com som oco, deve-se remover o mesmo; Executar novamente o emboço ou contrapiso onde for necessário com o traço do concreto adequado para cada situação; Se o emboço ou contrapiso estiverem esfarelando, deve-se fazer a raspagem dos mesmos até que a superfície esteja firme e coesa (sem esfarelar); Execução de juntas de movimentação em fachadas, conforme orientações técnicas e específicas presentes em projeto. Sempre é necessária a análise minuciosa de ocorrência de outras patologias já citadas acima (umidades, infiltrações, trincas, fissuras, etc.) e o tratamento específico para sanar qualquer uma delas. O descolamento pode ocorrer somente em determinadas áreas enquanto o restante da superfície permanece intacto. Nesta situação, deve-se analisar cautelosamente a dimensão do problema e se a patologia poderá se estender para aonde não foi afetado. Para início de procedimento, pode ser feito o famoso teste “bate-choco”, onde com leves batidas nas placas, poderá analisar se estão emitindo o famoso som oco que aponta o comprometimento delas. Em alguns casos, principalmente em fachadas, este teste pode não ser conclusivo o que exige a realização de ensaios de aderência com equipamento apropriado. Lembre-se sempre que independente do tipo de patologia apresentada na sua edificação, a consulta e o acompanhamento da situação por profissional ou empresa especializada é adequado para sanar o problema de vez e evitar dores de cabeça maiores. Até a próxima!

Vantagens Das Casas Pré-Fabricadas

Pensando em mostrar a você alternativas de métodos construtivos que aceleram etapas, reduzem o orçamento e não agridem o meio-ambiente, preparamos essa matéria.  A cada dia que passa vemos inúmeras inovações em diversas áreas, e na construção civil, não é diferente! Pensando em mostrar a você alternativas de métodos construtivos que aceleram etapas, enxugam o orçamento e além de tudo não agridem o meio-ambiente, preparamos a apresentação de um destes métodos e suas vantagens. Através de processos industriais, as casas pré-moldadas são produzidas em fábrica, transportados e montados no local onde será a construção. Normalmente as empresas possuem projetos padronizados, já os materiais podem ser de diversos tipos, como madeira, concreto e aço. No Brasil este tipo de construção ainda não é tão utilizado, á sempre uma preferência pelos padrões tradicionais. Porém, a tendência é que ela cresça á medida que as pessoas compreendam melhor seus benefícios. Custo da obra Como as peças de pré-fabricado são padronizadas é possível definir com maior precisão o que deve ser comprado para construção da casa. Assim é possível evitar despesas inesperadas, já que o orçamento total pode ser determinado antes da obra. Outra questão importante é que mesmo com o tempo de fabricação das peças, o gasto da mão de obra é bem menor que as construções tradicionais de alvenaria. Como as peças são feitas para encaixar umas as outras, o tempo de mão-de-obra necessária é reduzido para execução do projeto. Tempo da obra Depois da chegada dos painéis para paredes e lajes no local da obra, a montagem é muito mais rápida que as construções tradicionais de alvenaria. Um exemplo para que se tenha uma noção melhor do tempo, é que uma casa de 40 m² levaria em torno de 90 dias para ficar pronta pelo método convencional da alvenaria, já pelo pré-fabricado levariam 30 dias. Portanto tem-se uma redução de dois á três meses no tempo total da obra, sem dúvida essa é uma das maiores vantagens deste tipo de construção. Qualidade de obra Devido a produção padronizada dos componentes, faz com que as variações de qualidade sejam praticamente eliminadas .As fábricas onde são produzidos os painéis são locais fechados, o que garante que quaisquer fatores climáticas influenciam na qualidade final do produto. Outra vantagem de serem produzidos em fábrica, é que não há influenciam nenhum do ambiente da obra, como sujeira e mal armazenamento. Sustentabilidade A redução do tempo de construção é a vantagem que chama mais atenção, mas pelo fato de ser uma construção padronizada, ela traz outras vantagens, como o aumento da qualidade e controle dos gastos. A questão sustentabilidade sempre foi ligada diretamente com a construção civil, visto que o número de resíduos gerados é muito grande. Tendo então o ponto de vista sustentável, outra vantagem das casas pré-fabricadas é a diminuição do consumo de água e energia e a redução significativa dos resíduos produzidos pela construção civil. Inovações sempre são eficientes com o acompanhamento adequado por profissionais com experiência em qualquer método construtivo, seja ele engenheiro, arquiteto ou profissional de mão-de-obra. Até a próxima!

Automação Residencial, Conforto e Otimização

Tecnologia esta que está cada vez mais presente nas casas e apartamentos, a cada dia essa ideia vem se tornando realidade. Atualmente grande parte das pessoas, procuram formas de se sentirem amparadas e de poderem aperfeiçoar suas tarefas, de modo que demande menos tempo e propicie uma maior sensação de conforto, segurança e bem estar. E atualmente a maioria das soluções facilitadoras vem em forma de tecnologia. Tecnologia esta que está cada vez mais presente nas casas e apartamentos. Quando se fala nesse tema geralmente a primeira coisa que vem em mente é algo futurístico, bem ao estilo “os Jetsons”, e a cada dia mais essa ideia vem se tornando realidade em forma de máquinas que fazem a automação das residências e de alguma forma facilitam as tarefas domésticas, fornecendo conforto e comodidade aos moradores. Automação é um sistema automático de controle em que os mecanismos verificam seu próprio funcionamento em forma de medições, introduzindo as correções sem a necessidade de intervenção do homem. De forma a tornar os processos mais eficientes, maximizando a produção e melhorando as condições de trabalho. Já na automação residencial essas técnicas são aplicadas para melhoria do conforto e segurança das residências. Podemos ver esse tipo de automação em sistemas que vão desde simples portões eletrônicos, centralização de aparelhos de entretenimento em um único ponto, até complexos processos de controle de iluminação, umidade e temperatura. Desta forma definimos a automação de uma residência como, a arte que torna a maioria dos equipamentos eletrônicos desta automático. As possibilidades de automação são tantas quanto as necessidades dos usuários. Em qualquer projeto que vise automatizar uma determinada função temos módulos básicos de sensores, dispositivos de acionamento e a central de controle. E utilizando esse sistema base, modificar as programações e tecnologias para adequar à requisição. Desta forma, é possível criar soluções personalizadas para cada projeto de acordo com a demanda. Um termo bastante empregado para se referir a uma residência automatizada é casa inteligente, e como o próprio nome diz todos os processos podem ser programáveis de forma pessoal, e nós da REFORM estamos preparados para lhe auxiliar da melhor maneira na automação do seu lar. Vamos listar aqui as funções mais empregadas em uma casa inteligente: Comando dos circuitos de iluminação de forma independente. Criação de cenas pessoais, controlando temperatura, iluminação, eletrônicos e persianas. Sistema de segurança com câmeras, controle de acesso por biometria. Alarmes de presença e incêndio com sensores integrados. Um ponto de extrema importância na escolha dos equipamentos para implantação da casa inteligente é ter uma interface amigável, de fácil manuseio e controles simples, para que a experiência do usuário seja a mais positiva possível. Com a tecnologia atual de tablets e celulares, é possível centralizar todo o controle da casa nestes dispositivos eliminando outros controladores. Para isso é essencial a integração entre os sistemas, para que as tecnologias conversem entre si e seja possível a centralização do controle. Hoje em dia os valores da implementação das casas inteligentes ainda é alto, mas com a popularização o custo está em queda, ficando economicamente viáveis. Além de proporcionar conforto, segurança e comodidade, sabe-se que esse tipo de automação contribui para a economia no gasto de energia das residências. Cada cliente tem uma característica pessoal, e a automação acompanha o estilo de vida e preferências do usuário, portanto na hora de elaborar o projeto é importante analisar o perfil e todas as necessidades do cliente. Até a proxima,

A Importância do Paisagismo na Sua Casa!

Esse post é diretamente para você sente falta de algo no dia a dia e não consegue explicar do quê, exatamente. O mundo anda moderno demais, não acham? Já não encontramos mais cores nas casas, nem jardins, e está cada vez mais difícil conviver dentro da cidade, que ficou conhecida como “selva de pedras”. Todo esse padrão preto e branco nos causa, sem percebermos, danos psicológicos e físicos. Esse post é diretamente para você, que assim como eu, Maria Raquel, estudante de Arquitetura e Urbanismo na PUC Minas, consultora de projetos na empresa REFORM REPAROS & REFORMAS, e com mestrado genético em Paisagismo, sente falta de algo no dia a dia e não consegue explicar do quê, exatamente. Já vou explicar pra vocês que ficaram confusos a entender do que estou falando. Sou fruto de um casal de Paisagistas, que residem hoje no interior de São Paulo, Dona Cristina e Seu Benjamim me criaram desde o berço no meio das plantas e cresci vendo eles transformarem casas, comércios, cidades – tudo o que era “sem graça” tornava-se obra de arte em um toque de “verde”. Me mudei para Minas Gerais para graduar a faculdade de Arquitetura e Urbanismo e, na rotina dos dias monótonos -faculdade, estágio, casa- comecei a sentir falta e não sabia do quê. Depois de muito tempo percebi que o que faltava era verde! Faltavam as plantas que sempre conviveram comigo. Depois desse conto pessoal, vai ai artigos e estudos analisados por grandes Universidades e Cientistas comprovando os benefícios milagrosos das plantas na sua casa: – As  famosas SAMAMBAIAS podem substituir o umidificador elétrico, elas tem o poder de hidratar o ar do ambiente com suas gotículas de transpiração. – A National Institutes of Health (Instituto Nacional da Saúde dos EUA), considera a babosa (aloe vera) a planta da imortalidade, assim chamada pelos egípcios que já a usavam para curar diversas doenças, e ainda hoje podemos encontrar em forma de gel ou creme, principalmente para tratamentos de queimadura e cosméticos. – Justin Hancock, especialista em jardins da Costa Farms, recomenda que se você estiver com algum bloqueio criativo, vá para algum lugar onde há muito verde e folhas coloridas, como a espécie CRÓTON, isso vai te ajudar a se inspirar e essas plantas energizam tudo o que esta ao redor. Jardim residêncial executado por Benjamim Lopes, paisagista. Muda de CRÓTON – Esta planta não se desenvolve em locais muito frios, necessitam de sol pleno e ser aguada diariamente. – Cientistas da NASA comprovaram que a HERA filtra o ar e é a melhor opção para absorver formaldeído (composto orgânico volátil que é muito tóxico). Além da HERA, há também o CLOROFITO, que em pouco tempo absorvem as partículas alergênicas, como poeira, a espécie também tem o poder de eliminar toxinas do ar. Muda de CLOROFITO, bastante comum e de fácil cultivo, não tendo tantas exigências, além de sol ou meia-sombra e água. – A Universidade Inglesa Royal College of Agriculture descobriu que seus alunos tiveram uma melhoria de 70% no desempenho dos estudos quando estavam em um ambiente com plantas. – Um artigo do Journal of Environmental Psychology comprovou que ter plantas com flores diminui os níveis de estresse de depressão. E em falar em flores, vou aproveitar para dar dicas de cores, já que essas importam e fazem a diferença na hora da escolha! As plantas com flores nos tons azul e roxo são as ideais para quem quer tranquilidade, a cor ajuda a diminuir as doses de adrenalina do corpo, os níveis de energia crescem e o cérebro recebe mais oxigênio, relaxando o corpo e aliviando pessoas que sofrem de ansiedade e estresse. As flores nos tons vermelho, amarelo e laranja são estimulantes, aumentam o apetite e fornecem muita energia, podem fazer milagres nas vida de pessoas que sofrem de depressão. Há dois componentes essências para compor o jardim: A água e a madeira. A água é muito importante para harmonizar o ambiente, você pode fazer isso por meio de fontes, cascatas ou bacias cerâmicas que se envolvem com o jardim. A madeira orna com o verde e complementa o ambiente por meio de pergolados e móveis. E mais um detalhe importante dos jardins: Além de embelezar o ambiente, eles valorizam o local em até 40% mais do valor equivalente. Para você, que se interessou no assunto, conte com nós da REFORM REPAROS & REFORMAS e com a experiência dos paisagistas Benjamim e Cristina para executar da melhor maneira possível seu jardim, independente se for residencial, comercial, ou em clínicas. E não se preocupe, o espaço é pequeno ou quase nulo? Há os jardins verticais que estão vindo com tudo e dominando as paredes, inclusive das cidades! Veja exemplos de jardins já executados por nós, jardins internos e externos, de todos os tipos e em todos os lugares, e se inspire! Todas as imagens são da autoria dos Paisagistas Benjamim Lopes e Cristina Sangaletti, planejados e executados pelos mesmos.

Projeto Luminotécnico: Saiba Mais

O projeto luminotécnico compõe os projetos complementares de um empreendimento. Este tem como finalidade o calculo de iluminação de um ambiente. O que é um projeto luminotécnico? O projeto luminotécnico compõe os projetos complementares de um empreendimento. Este tem como finalidade a locação e cálculo de lumens (unidade de medida de um fluxo luminoso) de um ambiente, afim de torna-lo mais agradável e confortável. Outros fatores não menos importantes ao qual se deve levar em consideração, é a iluminação natural do ambiente e a função que o mesmo se destina. Um projeto luminotécnico deve ser feito de forma clara e bem cotada, para que não haja divergências na sua execução. Vantagens de um projeto luminotécnico Muitas pessoas acabam optando por não pagar por este projeto, pois acreditam que podem definir por elas mesmas ou optam sempre pelo tradicional ponto central. Porém esta economia pode refletir futuramente em vários aspectos, como: ambientes mal iluminados, maior consumo de energia e nenhum destaque a decoração dos ambientes. Além de ambientes bem iluminados e a valorização da decoração, um projeto elaborado de forma consciente, pode reduzir significativamente no consumo final de energia. Hoje as lâmpadas de LED já estão com valores mais acessíveis no mercado, facilitando assim a troca das lâmpadas halógenas por LED. O LED se comparado com as tradicionais lâmpadas fluorescentes, são mais caros, mas o retorno no consumo de energia e na vida útil da lâmpada compensam. Para que se tenha uma melhor ideia da proporção da economia, vamos ao simples exemplo: Considerando o uso diário de 4 horas, a vida útil de uma lâmpada fluorescente é de 3,5 anos, já a de LED é de 10,5 anos. Portanto, seriam necessárias três lâmpadas fluorescentes para conseguir a mesma vida útil do LED. Com relação a economia financeira da mesma, a lâmpada fluorescente consome 15W e a de LED, 8,5W. Considerando 120 horas mensais, chegamos a um gasto de R$1,44 para fluorescente e R$0,82 para LED. Tipo de iluminação O modo mais tradicional usado é o ponto central no centro do cômodo, porém há outras formas de posicioná-las. Veja alguns exemplos: Iluminação difusa: A forma mais conhecida e usada, onde a lâmpada fica instalada no centro do ambiente, iluminando o espaço de maneira uniforme. Iluminação direta: Luz mais pontual, ela incide sobre algum objeto, através de luminárias e abajur. Este tipo de iluminação é muito utilizado em escritórios, salas de estudos e home office. Pode ser utilizado também para iluminar algum objeto de decoração. Iluminação indireta: A Iluminação indireta ocorre quando se usa rebaixo de gesso, onde a intenção é que o faixo luminoso se “espalhe” através da reflexão no gesso branco. Essa opção é a mais procurada pelos brasileiros. Há também outras formas de iluminação indireta, podendo ser feita através de instalações nos próprios mobiliários.   Hoje mais do nunca se faz necessário a redução no consumo de energia. Assim, com um projeto bem feito é possível iluminar o ambiente da forma como é preciso e ainda economizar no consumo de energia. Conte com a REFORM para “iluminar” seus projetos.

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