Impermeabilização: Por Que Fazer?

Impermeabilizar é o isolamento de algumas etapas da construção para proteger os materiais nelas contidos de uma passagem indesejável de vapores e líquidos. Você sabe o que é Impermeabilização? Impermeabilizar é o isolamento de algumas etapas da construção para proteger os materiais nelas contidos de uma passagem indesejável de vapores e líquidos, mantendo as características e as condições de uso dos ambientes. É um assunto cada vez mais discutido dentro da construção civil pela prevenção a patologias ditas muitas das vezes “comuns” como as famosas umidades e infiltrações. Há tempos procuram-se soluções para as águas indesejadas, no Brasil por exemplo, utilizavam óleo de baleia na mistura da argamassa para o assentamento de tijolos e revestimentos em obras que eram necessárias essa proteção. E, apesar dos métodos construtivos antigos já adotarem este cuidado necessário, muitas edificações atuais (pra não dizer a maioria) não possuem sequer um projeto de impermeabilização e, o motivo mais justificado é a economia na hora de construir. Como tudo dentro da construção, a impermeabilização também deve ser devidamente planejada para reduzir custos e aumentar a eficiência da edificação. E Pensando em ajudar a esclarecer algumas dúvidas pertinentes ao assunto, preparamos um guia com as principais dúvidas e respostas entorno deste assunto essencial para qualquer obra. O que pode acontecer se eu não impermeabilizar minha obra? A ausência ou o uso errado de impermeabilizantes além de causar prejuízos financeiros e até mesmo danos a saúde, pode comprometer a durabilidade da edificação. A água infiltrada afeta o concreto, a armadura e as alvenarias e deixa o ambiente insalubre devido a presença de fungos e mofos que surgem com a umidade. Estes fatores, além de diminuir a vida útil da edificação, trás desgastes para quem utiliza o imóvel sejam eles físicos ou emocionais devido a baixa qualidade do ambiente. Se não impermeabilizar as áreas com maior presença de umidade, o que pode acontecer? Independente do local, a água vai infiltrar e gerar umidade. A umidade causa além de problemas nos materiais usados, prejuízos estéticos como: descolamento de pisos, manchas de pintura, apodrecimento de reboco, oxidação de esquadrias ou até mesmo o apodrecimento delas; prejuízos para a saúde de quem utiliza as instalações ocasionados pelos mofos e bolor; prejuízo econômico: desvalorização do imóvel ou manutenções frequentes; e prejuízos estruturais que comprometem toda segurança da edificação. Porque a impermeabilização é essencial para garantir além de segurança, tempo de vida útil e conforto da edificação? Pergunta simples de ser respondida. Até aqui, já podemos imaginar o porquê: a impermeabilização protegerá sua obra qualquer tipo de umidade e infiltração, desde que executada corretamente de acordo com a norma e com produtos de qualidade que também atendam a normalização. Qual seria essa norma técnica? Por quem é determinada? Por que é tão importante escolher produtos que atendem estas normas? A norma técnica em questão é a NBR 9575:2010 – Impermeabilização: Seleção e Projeto. Ela é determinada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas e apesar de não ser lei, é obrigatória sua utilização por força de lei. Esta norma, estabelece as exigências mínimas bem como as recomendações relativas à seleção de produtos e projeto de impermeabilização. Um produto normatizado nos mostra que atende as condições mínimas de proteção geral da obra, além de preservar a saúde, bem-estar e segurança do usuário. Mas como posso identificar um impermeabilizante de boa qualidade? Na embalagem do produto vem as instruções para uso, rendimento, cuidados necessários, etc. além do indicativo de suas adequações nas normas e o selo de filiação ao Instituto Brasileiro de Impermeabilização (IBI). Há casos em que somente o selo do IBI é visível, porém é de extrema importância a pesquisa e a escolha de produtos de marcas já sólidas neste mercado, além disso, busque referências de especialistas ou de utilização. Jamais confie no produto simplesmente pela aparência da embalagem! Existem diferenças de impermeabilização para construções de casas, escritórios, indústrias, hospitais ou até mesmo reformas? O que utilizar em cada caso? O sistema de impermeabilização selecionado pode variar de acordo com o tipo da edificação, principalmente no que se refere ao uso e às características da estrutura da mesma. Por exemplo: Duas lajes a serem impermeabilizadas, uma de um estacionamento com fluxo de veículos e outra de uma residência comum. Para a escolha do sistema a ser utilizado, podem ser o mesmo: Manta Asfáltica. Porém, pelas exigências de uso, no caso do estacionamento sua espessura seria maior e sua proteção mecânica diferenciada pelo fluxo de veículos. Entretanto, independente do que será impermeabilizado, todas as áreas devem ser tratadas com cuidado e responsabilidade à fim de apresentar o resultado esperado. Se eu for construir ou reformar, quais os impermeabilizantes mais indicados? De acordo com a necessidade, existem sistemas de impermeabilização adequados. Em hipótese alguma, deve-se utilizar um mesmo produto como “remédio” para todas as situações de obra. Não confie em milagres, elabore um projeto junto de um especialista. Se eu não utilizar o impermeabilizante correto, o que pode acontecer em minha construção? A princípio a manifestação das umidades e infiltrações, ocasionará um desconforto em relação a goteiras, manchas na pintura, descascamento em placas da tinta e da massa corrida ou gesso, etc. A partir deste ponto, a evolução do processo é constante e acelerada. A água infiltrada danifica o que estiver pela frente, até mesmo revestimentos, móveis e objetos decorativos que estão alocados no ambiente. Em situações críticas este erro compromete a segurança e a estabilidade das edificações. Posso impermeabilizar após a conclusão do acabamento? A utilização do impermeabilizante deve ser sempre antes do acabamento final em todas as áreas que são necessárias a proteção, exceto quando o sistema utilizado for projetado para ficar exposto, como por exemplo: as mantas com autoproteção como as ardosiadas ou aluminizadas, impermeabilizantes acrílicos, revestimentos epóxis. Manta asfáltica ardosiada Manta asfáltica aluminizada Argamassa polimérica Quais os problemas mais comuns que consigo evitar, utilizando os sistemas de impermeabilização corretos? Infiltrações ocasionadas pela água empossada em lajes ou pelas águas que criam pressões positivas, como as que ficam paradas em reservatórios, piscinas, caixa d’-água

Reform, Construção & Sustentabilidade

Para auxiliar você, preparamos um guia rápido com 10 dicas sustentáveis para serem aplicadas na fase de projeto de sua construção ou reforma. Quando ouvimos a palavra: “sustentabilidade” empregada junto com as palavras: “construção” e “reforma”, imaginamos algo fora das normalidades e que por muitas vezes, de certa forma, algo que ultrapassa o orçamento planejado. Para auxiliar você, preparamos um guia rápido com 10 dicas sustentáveis para serem aplicadas na fase de projeto de sua construção ou reforma: Tente adaptar o seu projeto na topografia original do terreno. Além de economizar com cortes e aterros, reduz o impacto ambiental; Ajude a refrescar seu ambiente e garanta estabilidade no solo do seu terreno, evitando a retirada de árvores nativas. E, se for da sua vontade fazer o plantio, consulte antes o tipo e a espécie que não acarretam danos a sua edificação e às edificações vizinhas; Para minimizar o consumo de energia elétrica ao longo do tempo, faça um projeto compatível com o clima local; A iluminação natural torna o ambiente mais confortável e agradável, além de ser um outro fator que auxilia bastante na redução do consumo de energia; A orientação solar da edificação é de extrema importância para o conforto do ambiente e varia para cada edificação. Evite excesso ou falta de aquecimento solar não aceitando a repetição da planta para diferentes orientações; A ventilação deixa o ambiente leve e arejado. Otimize e permita ventilação natural dentro de sua residência; Se o clima da região for propício, adote coberturas verdes. Além de auxiliar no equilíbrio térmico, retém água das chuvas; Se for possível, adote um jardim no seu projeto. A vegetação presente no entorno da edificação auxilia no isolamento térmico; Se o clima estiver quente e úmido, a suspensão da construção é um fator que evita a umidade do solo; Se a cobertura verde não for compatível com o projeto, adote telhados inteligentes. A pintura do telhado com tintas especiais (pigmentos refletores) não permitem a absorção da radiação solar, o que mantém a superfície fria; E aí? Gostou das nossas dicas? Nosso blog será um meio informativo para todos os nossos clientes. Traremos sempre posts com dicas e curiosidades dentro da nossa área como este! Fique de olho e até a próxima!

Painéis Solares – Uma Fonte Renovável

Um item importante dentro de uma construção é o fornecimento de energia elétrica, em nosso país é muito dependente do sistema hidrelétrico. Hoje em dia um tema bastante discutido é o conceito de sustentabilidade, nas mais variadas vertentes, e quando se fala em construção civil não é diferente. Essa preocupação ambiental passou do plano de estudos e discussões para o plano de ações. A REFORM traz esses conceitos em suas raízes, sempre procurando alternativas ecologicamente corretas em suas obras. O post de hoje é mais um que procura oferecer soluções modernas dentro deste contexto. Um item bastante importante dentro de uma construção é o fornecimento de energia elétrica para o empreendimento, fornecimento este que pode ser de várias maneiras, mas que em nosso país é muito dependente do sistema hidrelétrico, em que a energia é oriunda da movimentação de grandes volumes de água. Apesar de ser um sistema de energia renovável, o impacto ambiental causado é grande e o custo do Kw⁄h (Kilowatt hora, medida de consumo de energia) é alto, se comparado a outras fontes de energia também renováveis. Fontes de energia renováveis são aquelas em que pode-se manter sua utilização ao longo do tempo, sem a possibilidade de esgotamento da mesma. Uma alternativa que já é estudada há algum tempo e vem crescendo pelas obras em todo mundo, são os sistemas de energia solar, energia obtida através da luz do sol. A incidência de luz solar no Brasil é grande devido a sua localização geográfica, e além de ser uma fonte renovável a quantidade de energia que o sol emana para terra é gigantesca. Para se ter ideia, em um ano o sol produz 4 milhões de vezes mais energia do que consumimos. A grande dificuldade que enfrentávamos era a de criar as tecnologias necessárias para capturar e armazenar essa energia, o que gerava um sistema caro e ineficaz. Porém atualmente, já se tem diversos fabricantes que fornecem sistemas eficientes tanto para aquecimento de água, quanto para geração de energia elétrica. Como todo sistema, o uso de energia oriunda do sol tem vantagens e desvantagens. Dentre os pontos positivos podemos citar: Energia não poluente durante seu uso. As centrais necessitam de pouca manutenção. Ótima alternativa para locais remotos e de difícil acesso. Fonte inesgotável de energia. Sistema silencioso. E quanto aos negativos: Variações da incidência solar de acordo com a situação climática. Formas de armazenamento da energia pouco eficientes, quando comparada a outras formas de energia. Rendimento baixo entre captação e conversão dos painéis solares. Dentre as diferentes tecnologias que utilizam a energia solar podemos citar duas que podem ser utilizadas para fins residenciais e comerciais, a energia fotovoltaica e o aquecimento solar. Na geração fotovoltaica a luz do sol é convertida diretamente em energia elétrica, isso ocorre através de um efeito chamado fotovoltaico que é o aparecimento de uma diferença de potencial nas extremidades de material semicondutor, produzida pela absorção da luz. A célula fotovoltaica é a unidade fundamental para este processo. Quando se tem painéis solares instalados na edificação, as perdas energéticas devido a transporte são minimizadas, gerando uma maior eficiência. Sabe-se que essa perdas correspondem cerca de 40% do total em sistemas que a geração e o consumo são distantes. Temos dois tipos de sistemas quando trabalhamos com energia fotovoltaica: Sistema off-grid, em que o sistema é isolado da rede e o armazenamento da energia gerada é feito através de baterias. Sistema on-grid, em que o sistema é conectado à rede, ficando com um backup caso a energia não seja suficiente e o excedente pode ser vendido para a companhia de energia elétrica. Em ambos os sistemas, podemos ter receptores ativos e passivos, os primeiros utilizam mecanismos para orientar o sistema receptor rumo ao sol, aumentando a eficiência do sistema. Já no aquecimento solar a energia luminosa é utilizada para aquecer a água dos prédios e residências, sem o objetivo de gerar energia elétrica. Esse sistema é composto de coletores solares e reservatório térmico. As placas coletoras absorvem a radiação solar e transferem o calor para a água que circula dentro das tubulações. O reservatório, também conhecido como Boiler, é o recipiente próprio para o armazenamento da água aquecida. Nesse sistema, a água dos coletores fica mais quente e, portanto, menos densa que a água no reservatório. Assim a água fria “empurra” a água quente gerando a circulação. Esses sistemas são chamados da circulação natural ou termossifão. Utilizando esses sistemas de energia solar a economia de energia elétrica, oriunda do sistema hidrelétrico, pode ser de até 90%. Com essa economia rapidamente o valor investido nos sistemas pode ser recuperado, contribuindo de forma efetiva para diminuir os impactos ambientais. Esperamos que esse post possa ter ajudado você, leitor, a entender mais sobre a importância dos sistemas de geração de energia solar e os benefícios destes. Obrigado pelo seu tempo, até a próxima!

Umidade: Como Identificar, Combater e Eliminar

Guia rápido de identificação dos tipos de umidade que podem ocorrer, como evita-las e os cuidados necessários a partir do problema identificado  A umidade é um problema muito comum e constante em edificações, e traz ainda mais preocupação quando estamos em épocas chuvosas do ano. Engana-se quem pensa que esta situação é causada apenas pelas chuvas. Existem diversos fatores, como vazamentos no encanamento, escoamento ineficaz da água que sai do ar-condicionado e solo úmido, que podem ocasionar essa patologia, e, identificar o tipo de umidade presente na edificação é uma forma de auxiliar o proprietário a tomar as medidas corretas e procurar o profissional adequado para o reparo. Pensando nisso, preparamos para você um guia rápido de identificação dos tipos de umidade que podem ocorrer, como evita-las e os cuidados necessários a partir do problema identificado. Umidade Ocasionada Pelas Chuvas Como se apresenta: No interior da edificação esse tipo de umidade aparece delimitado claramente na parede. No exterior, os modos mais comuns de aparecimento são por fissuras, juntas de dilatação estragadas, tijolos ou blocos trincados, eflorescências brancas (sais cristalizados, lembrando o desenho de flores). Áreas afetadas: Estragos no interior ou no exterior da edificação. A infiltração das chuvas ocorre principalmente no lado da edificação que é mais exposto aos ventos. Quando aparece: Aparecimento intenso durante ou depois de chuvas fortes ou contínuas. Identificação: Paredes exteriores são mais afetadas em casos de chuvas fortes e contínuas, ocasionando manchas de umidade e infiltração. Após a passagem da mesma, podem surgir essas manchas apontando problemas no telhado, nas calhas ou fissuras na alvenaria. Solução: Começando pelo telhado, verifique se as telhas se encontram perfeitamente encaixadas e coladas, se há furos nas calhas ou se estão entupidas e se toda estrutura do telhado está em perfeito estado. Na fachada, verifique se há fissuras e faça o tratamento imediato. Em paredes mais expostas, é necessária a impermeabilização adequada das mesmas com uma argamassa especial. Revestimento em pedras resinadas também podem solucionar a situação. Umidade por condensação Como se apresenta: Sob a forma de bolor e cheiro de mofo, apresenta-se por meio de manchas de umidade com aspecto irregular. Outra característica comum dessa umidade são os vidros constantemente embaçados e durante muito tempo. Áreas afetadas: Interior ou exterior de paredes ou lajes, principalmente nos cantos. Quando aparece: Aparecimento frequente nas estações chuvosas e no frio. Identificação: Locais onde a temperatura é maior e existem maiores diferenças de temperatura, a produção de vapor é constante. Assim que é atingida a saturação de vapor de água, o mesmo se transforma em água, principalmente em locais mais frios (vidros, paredes e estruturas metálicas). Se a superfície apresentar porosidade, a água tende a infiltrar. Solução: Tente produzir menos vapor. Uma casa com 4 pessoas produz aproximadamente 10 litros de vapor. Evite a utilização de água muito quente, tape sempre que possível as panelas e ligue o exaustor, evite secar roupas no interior da edificação, utilize produtos absorventes de umidade no interior dos armários e guarda-roupas; Permita uma maior ventilação nos ambientes. Esta ação ajuda na melhoria do arejamento da edificação; Instale ventiladores onde for possível; Evite paredes frias. Um revestimento bem feito combinado com uma impermeabilização adequada, faz com que a parede não fique tão fria e propícia a umidades. Umidade Ascendente (Sobe Pelas Paredes) Como se apresenta: Sob a forma de manchas interiores ou exteriores. No interior poderá se formar salitre (nitrato de potássio), ocorrer o descolamento de papel de parede ou ainda aparecerem bolores. No exterior apresenta-se na forma de musgo. Áreas afetadas: Normalmente afeta a largura da parede, com altura variável de 50 a 120 centímetros. Quando aparece: Frequente em qualquer época do ano e intensificada em climas úmidos. Ocasionada pela umidade do solo e de materiais de construção expostos a água no decorrer do processo construtivo. Identificação: Baldrames sem a impermeabilização adequada em contato com solo úmido são os principais causadores. Materiais de construção expostos a água no decorrer do processo construtivo, também podem ocasionar este tipo de patologia. Solução: Permita maior ventilação nos ambientes. Uma maior ventilação ajuda com que a altura da umidade seja menor que a variação comum (50 a 120 centímetros); Contrariamente ao item anterior, a altura pode ser maior que a variação comum se houver além de excesso de sais na composição da alvenaria, um revestimento que não seja traspirável ou a um cimento hidrófugo (resistente a água); Instalação de barreira impermeabilizante (argamassa especial) ou injeção de produto hidrófugo; Umidade por Vazamento no Encanamento Como se apresenta: Sob a forma de círculos úmidos (auréolas) ou por bolores. Áreas afetadas: Próximo a canos ou aparelhos sanitários. Quando aparece: Quando há algum tipo de vazamento e principalmente em áreas que se encontrem próximas a aparelhos sanitários utilizados com frequência (ex.: banheiras, ofurôs, etc.) Identificação: Quando o encanamento está visível, é detectado facilmente. O grande problema é quando o encanamento é interno às paredes, como na maioria dos casos. Sua manifestação pode se dar a uma distância considerável do local do vazamento, o que torna a resolução do problema um pouco mais complexa. Solução: Identificação rápida e controle imediato do vazamento através das manchas circulares; Observe sua conta de água se não há alteração anormal comparada a meses anteriores; Observe o entorno de aparelhos sanitários. Se a umidade tende a aparecer ou reaparecer com a utilização de um determinado aparelho, pode-se constatar que o problema vem deste mesmo aparelho. Umidade em Subsolos ou Paredes/Muros de Arrimo Como se apresenta: Sob a forma de paredes molhadas, originando manchas de salitre. Áreas afetadas: Subsolos em geral (garagens, sótãos, etc.) e paredes/muros de arrimo. Quando aparece: Frequentemente visível em todas as épocas do ano, devido a umidade do solo ou o escoamento de água errado em andares acima do local. Identificação: Impermeabilização não adequada ou não existente é o principal causador desta patologia. Solução: Impermeabilização adequada no exterior. Escavar o solo junto à parede até o nível das fundações e aplicação de produtos especiais (cimento hidrófugo, tinta asfáltica, argamassa especial ou manta asfáltica); Se não for

Projeto Luminotécnico: Saiba Mais

O projeto luminotécnico compõe os projetos complementares de um empreendimento. Este tem como finalidade o calculo de iluminação de um ambiente. O que é um projeto luminotécnico? O projeto luminotécnico compõe os projetos complementares de um empreendimento. Este tem como finalidade a locação e cálculo de lumens (unidade de medida de um fluxo luminoso) de um ambiente, afim de torna-lo mais agradável e confortável. Outros fatores não menos importantes ao qual se deve levar em consideração, é a iluminação natural do ambiente e a função que o mesmo se destina. Um projeto luminotécnico deve ser feito de forma clara e bem cotada, para que não haja divergências na sua execução. Vantagens de um projeto luminotécnico Muitas pessoas acabam optando por não pagar por este projeto, pois acreditam que podem definir por elas mesmas ou optam sempre pelo tradicional ponto central. Porém esta economia pode refletir futuramente em vários aspectos, como: ambientes mal iluminados, maior consumo de energia e nenhum destaque a decoração dos ambientes. Além de ambientes bem iluminados e a valorização da decoração, um projeto elaborado de forma consciente, pode reduzir significativamente no consumo final de energia. Hoje as lâmpadas de LED já estão com valores mais acessíveis no mercado, facilitando assim a troca das lâmpadas halógenas por LED. O LED se comparado com as tradicionais lâmpadas fluorescentes, são mais caros, mas o retorno no consumo de energia e na vida útil da lâmpada compensam. Para que se tenha uma melhor ideia da proporção da economia, vamos ao simples exemplo: Considerando o uso diário de 4 horas, a vida útil de uma lâmpada fluorescente é de 3,5 anos, já a de LED é de 10,5 anos. Portanto, seriam necessárias três lâmpadas fluorescentes para conseguir a mesma vida útil do LED. Com relação a economia financeira da mesma, a lâmpada fluorescente consome 15W e a de LED, 8,5W. Considerando 120 horas mensais, chegamos a um gasto de R$1,44 para fluorescente e R$0,82 para LED. Tipo de iluminação O modo mais tradicional usado é o ponto central no centro do cômodo, porém há outras formas de posicioná-las. Veja alguns exemplos: Iluminação difusa: A forma mais conhecida e usada, onde a lâmpada fica instalada no centro do ambiente, iluminando o espaço de maneira uniforme. Iluminação direta: Luz mais pontual, ela incide sobre algum objeto, através de luminárias e abajur. Este tipo de iluminação é muito utilizado em escritórios, salas de estudos e home office. Pode ser utilizado também para iluminar algum objeto de decoração. Iluminação indireta: A Iluminação indireta ocorre quando se usa rebaixo de gesso, onde a intenção é que o faixo luminoso se “espalhe” através da reflexão no gesso branco. Essa opção é a mais procurada pelos brasileiros. Há também outras formas de iluminação indireta, podendo ser feita através de instalações nos próprios mobiliários.   Hoje mais do nunca se faz necessário a redução no consumo de energia. Assim, com um projeto bem feito é possível iluminar o ambiente da forma como é preciso e ainda economizar no consumo de energia. Conte com a REFORM para “iluminar” seus projetos.

Trincas, Fissuras e Rachaduras: Identificação e Causas

Preparamos este guia que vai te deixar por dentro deste assunto corriqueiro em residências e edificações em geral: trincas, fissuras e rachaduras. Apareceu aquele risco na parede ou no teto, será que é uma trinca? É perigoso? Pensando em tirar suas dúvidas, explicar a diferença entre estes problemas, as causas e quando se preocupar, preparamos este guia que vai te deixar por dentro deste assunto corriqueiro em residências e edificações em geral. Geralmente é muito fácil identificarmos o que é um teto e uma parede, certo? Quando utilizamos termos mais técnicos como as palavras: PILAR, VIGA e LAJE, pode ser que você leitor, não saiba ainda a diferença entre eles. Mas fique tranquilo! Explicarei rapidamente o que é cada um destes termos antes de darmos início ao nosso principal assunto, para entendermos melhor as variadas situações que podem acontecer. PILAR – é um elemento da estrutura da edificação que fica no sentido vertical, popularmente conhecido como coluna ou pilastra, que tem a principal função de receber cargas e distribuir as mesmas para as fundações. Pode ser do modo mais usual que é concreto armado (concreto + aço) ou ainda madeira, ferro, aço, etc. VIGA – é um elemento da estrutura que dá uma sustentação horizontal para a edificação transmitindo as cargas para os pilares. Também pode ser de concreto armado, madeira, ferro, aço, etc. LAJE – é também um outro elemento da estrutura, uma chapa plana e horizontal apoiada nas vigas e pilares que faz a divisão dos pavimentos, formando o famoso teto. Bom, agora que já sabemos a diferença entre estes termos, vamos aprender a identificar a diferença entre fissuras, trincas e rachaduras. Fissuras As fissuras são muito comuns e bem superficiais! Elas atingem na maioria das vezes apenas o acabamento (tinta, massa corrida, gesso, pastilhas, azulejos, pisos, etc.). É bem fina e alongada não possuindo nenhum tipo de gravidade. Porém, é necessário e importante, o acompanhamento da mesma, observando se há alguma alteração nessas características, sendo que a fissura é o primeiro estágio de uma rachadura. Se não houver alterações, não há com o que se preocupar! Trincas As trincas se diferenciam das fissuras, por serem mais abertas (variando de 1 a 3 mm), profundas e acentuadas. A identificação a olho nu já é mais fácil de uma certa distância por ser maior que a fissura, o que traz consigo uma maior preocupação, podendo contribuir com a ruptura dos elementos (pilares, vigas e lajes) e afetar consequentemente toda a estrutura da edificação. Por isso, atenção redobrada! Rachaduras As rachaduras são o estágio final, onde a ruptura dos elementos é iminente. Possui abertura acima de 3 mm e sua identificação é clara e de longe, por ser bem mais aberta, profunda e acentuada que os casos anteriores, sendo possível a passagem de corrente de ar, água ou luz através dessa patologia. Em alguns casos, é possível também até a passagem do próprio dedo. Requer cuidado imediato por estar à beira da ruína! Quais são as causas? As causas podem ser diversas. Mas as mais comuns podem ser as listadas abaixo: Vibrações e trepidações; Utilização ou aplicação errada de materiais na hora da construção; Infiltrações ou vazamentos; Retirada de escoras e fôrmas de forma errada e/ou antes da hora em fase de obra; Cargas a mais das que foram calculadas pelo Engenheiro Civil; Acomodação dos elementos construtivos (movimentação ocasionada pelo assentamento da estrutura no solo); Variações de temperatura; Retração do material (redução do tamanho devido à perda de água no tempo da cura); Pilar, viga ou laje comprometidos. Que as rachaduras são extremamente preocupantes, já sabemos. Mas quando se manifestam em algum dos três elementos estruturais (pilar, viga e laje), a preocupação é redobrada. As rachaduras nos elementos estruturais (pilar e viga) se manifestam em três possíveis direções: horizontal, vertical e inclinada; e saber identificar previamente alguma é de extrema importância. Abaixo estão listadas por ordem de gravidade: Nas Vigas: Horizontais: Raramente manifestam e na maioria dos casos não oferecem comprometimento a estrutura. Verticais: Surgem geralmente no meio das vigas (entre um pilar e outro) e são ocasionadas por excesso de carga Inclinadas: Ocasionadas também por excesso de carga, mostra que a viga está querendo se separar do pilar em que está apoiada. Se manifestam geralmente próximo a intercessão da viga com o pilar. Nas Lajes: Manifestam com frequência em apartamentos de último andar nas paredes devido a variação de temperatura, o que provoca a dilatação da laje. Podem ser ocasionadas também por excesso de carga e falta de resistência do material utilizado. Geralmente tem sua origem nos cantos e com o tempo vão para o meio da laje. Nos Pilares:: Horizontais: Manifestam principalmente por questões de deslocamento no sentido vertical (recalque = afundamento do solo) de fundações ou quando possui alguma carga atuando fora do pilar. Verticais: Manifestam quando os pilares estão recebendo um excesso de carga, ou seja, carga a mais do que foi calculada pelo Engenheiro Civil. Inclinadas: São as mais preocupantes de todas citadas. Manifestam geralmente por afundamento do solo (recalque) o que ocasiona consequentemente a deformação da fundação do edifício. Lembre-se sempre: Um acompanhamento profissional para identificar e tratar as possíveis falhas que ocasionam essa patologia, é sempre indispensável! Esperamos que tenha tirado suas dúvidas e tido uma boa leitura. Até a próxima!

A Importância do Paisagismo na Sua Casa!

Esse post é diretamente para você sente falta de algo no dia a dia e não consegue explicar do quê, exatamente. O mundo anda moderno demais, não acham? Já não encontramos mais cores nas casas, nem jardins, e está cada vez mais difícil conviver dentro da cidade, que ficou conhecida como “selva de pedras”. Todo esse padrão preto e branco nos causa, sem percebermos, danos psicológicos e físicos. Esse post é diretamente para você, que assim como eu, Maria Raquel, estudante de Arquitetura e Urbanismo na PUC Minas, consultora de projetos na empresa REFORM REPAROS & REFORMAS, e com mestrado genético em Paisagismo, sente falta de algo no dia a dia e não consegue explicar do quê, exatamente. Já vou explicar pra vocês que ficaram confusos a entender do que estou falando. Sou fruto de um casal de Paisagistas, que residem hoje no interior de São Paulo, Dona Cristina e Seu Benjamim me criaram desde o berço no meio das plantas e cresci vendo eles transformarem casas, comércios, cidades – tudo o que era “sem graça” tornava-se obra de arte em um toque de “verde”. Me mudei para Minas Gerais para graduar a faculdade de Arquitetura e Urbanismo e, na rotina dos dias monótonos -faculdade, estágio, casa- comecei a sentir falta e não sabia do quê. Depois de muito tempo percebi que o que faltava era verde! Faltavam as plantas que sempre conviveram comigo. Depois desse conto pessoal, vai ai artigos e estudos analisados por grandes Universidades e Cientistas comprovando os benefícios milagrosos das plantas na sua casa: – As  famosas SAMAMBAIAS podem substituir o umidificador elétrico, elas tem o poder de hidratar o ar do ambiente com suas gotículas de transpiração. – A National Institutes of Health (Instituto Nacional da Saúde dos EUA), considera a babosa (aloe vera) a planta da imortalidade, assim chamada pelos egípcios que já a usavam para curar diversas doenças, e ainda hoje podemos encontrar em forma de gel ou creme, principalmente para tratamentos de queimadura e cosméticos. – Justin Hancock, especialista em jardins da Costa Farms, recomenda que se você estiver com algum bloqueio criativo, vá para algum lugar onde há muito verde e folhas coloridas, como a espécie CRÓTON, isso vai te ajudar a se inspirar e essas plantas energizam tudo o que esta ao redor. Jardim residêncial executado por Benjamim Lopes, paisagista. Muda de CRÓTON – Esta planta não se desenvolve em locais muito frios, necessitam de sol pleno e ser aguada diariamente. – Cientistas da NASA comprovaram que a HERA filtra o ar e é a melhor opção para absorver formaldeído (composto orgânico volátil que é muito tóxico). Além da HERA, há também o CLOROFITO, que em pouco tempo absorvem as partículas alergênicas, como poeira, a espécie também tem o poder de eliminar toxinas do ar. Muda de CLOROFITO, bastante comum e de fácil cultivo, não tendo tantas exigências, além de sol ou meia-sombra e água. – A Universidade Inglesa Royal College of Agriculture descobriu que seus alunos tiveram uma melhoria de 70% no desempenho dos estudos quando estavam em um ambiente com plantas. – Um artigo do Journal of Environmental Psychology comprovou que ter plantas com flores diminui os níveis de estresse de depressão. E em falar em flores, vou aproveitar para dar dicas de cores, já que essas importam e fazem a diferença na hora da escolha! As plantas com flores nos tons azul e roxo são as ideais para quem quer tranquilidade, a cor ajuda a diminuir as doses de adrenalina do corpo, os níveis de energia crescem e o cérebro recebe mais oxigênio, relaxando o corpo e aliviando pessoas que sofrem de ansiedade e estresse. As flores nos tons vermelho, amarelo e laranja são estimulantes, aumentam o apetite e fornecem muita energia, podem fazer milagres nas vida de pessoas que sofrem de depressão. Há dois componentes essências para compor o jardim: A água e a madeira. A água é muito importante para harmonizar o ambiente, você pode fazer isso por meio de fontes, cascatas ou bacias cerâmicas que se envolvem com o jardim. A madeira orna com o verde e complementa o ambiente por meio de pergolados e móveis. E mais um detalhe importante dos jardins: Além de embelezar o ambiente, eles valorizam o local em até 40% mais do valor equivalente. Para você, que se interessou no assunto, conte com nós da REFORM REPAROS & REFORMAS e com a experiência dos paisagistas Benjamim e Cristina para executar da melhor maneira possível seu jardim, independente se for residencial, comercial, ou em clínicas. E não se preocupe, o espaço é pequeno ou quase nulo? Há os jardins verticais que estão vindo com tudo e dominando as paredes, inclusive das cidades! Veja exemplos de jardins já executados por nós, jardins internos e externos, de todos os tipos e em todos os lugares, e se inspire! Todas as imagens são da autoria dos Paisagistas Benjamim Lopes e Cristina Sangaletti, planejados e executados pelos mesmos.

Evitando Erros de Reforma

Pensando em auxiliar você a evitar qualquer problema, preparamos um guia listando os 10 erros mais comuns e frequentes. Quando falamos em reforma, muitos pensam nos problemas que ela pode trazer, principalmente se tratando de tempo, dinheiro e sujeira. Porém, na fase de talvez economizar e conseguir acelerar todo processo, alguns cuidados não são tomados e surgem muitas das vezes erros que podem acarretar até mesmo no sinistro total da obra. Pensando em auxiliar você a evitar qualquer problema, preparamos um guia listando os 10 erros mais comuns e frequentes. 1. Projetos Imaginários É isso mesmo que você está pensando! Muitas das reformas não existem sequer um projeto elaborado. O proprietário como forma de economia, chama somente um grupo de profissionais para a realização da obra e não se preocupa também nem com orçamento e muito menos com planejamento, confiando na palavra do prestador de serviços. A importância destes itens elaborados interferem nas principais preocupações que o proprietário tem: dinheiro, tempo e conforto. Se não há projeto, não é possível ter um orçamento detalhado e muito menos um cronograma para acompanhamento de conclusão de todas as etapas da obra. 2. Elementos da estrutura danificados A modificação do ambiente muitas das vezes é acompanhado de uma parte elétrica, hidráulica ou até mesmo uma decoração nova que de repente solicita uma perfuração. As perfurações feitas de forma errada podem ser tão prejudiciais como a própria remoção de uma viga ou pilar (para saber mais sobre o que é uma viga e pilar, leia nosso post anterior) e trazem riscos que podem levar a obra a ruína total. 3. Acréscimos de cargas extras em lajes e sacadas Muitos profissionais ao prestar o serviço para economizar tempo e trabalho de carregar materiais para um andar superior, utilizam de marquises e sacadas como depósito. Outras situações também comuns são cargas extras ocasionadas por vasos, revestimentos em pedra, fechamentos por vidros, jardineiras, banheiras, ofurôs, troca de caixa d’água por outra com maior capacidade e etc. 4. Materiais inadequados É muito comum a indicação de materiais “genéricos” de alguns profissionais, porém sem a mesma eficácia que o adequado apresentaria. Exemplos: Pisos escorregadios em locais de trânsito intenso de pedestres, revestimentos e pisos expostos a intempéries sem o tratamento necessário. Estas situações além de comprometerem a segurança do proprietário e de sua família, a durabilidade da reforma reduz exponencialmente. 5. Remoção de paredes sem análise técnica Se tratando de reforma, a intenção sempre é melhorar o ambiente deixando ele mais aconchegante e espaçoso, o que podem ocorrer modificações internas como a remoção de paredes, o que necessita de extrema atenção. Se a parede for uma alvenaria estrutural, a remoção pode desencadear erros graves na estrutura o que afeta a segurança do proprietário e dos vizinhos no entorno. Neste caso, modificações ou remoções, não são aconselhadas! Alvenaria estrutural tem a função de distribuir cargas e dar suporte a estrutura e não servir apenas de divisória de cômodos. Se a parede não for alvenaria estrutural, é aconselhado o acompanhamento de um engenheiro civil para uma análise técnica precisa de como ou quando fazer a remoção.     6. Acréscimo de pavimentos Popularmente conhecido como “puxadinho”, esta prática é muito comum no dia-a-dia. O aumento de um andar em uma edificação já existente, depende de uma análise técnica precisa em cima do projeto de fundações, tipo de solo e projeto estrutural da obra para analisar se já era previsto o aumento ou se há a necessidade de um reforço na fundação e/ou estrutural. 7. Impermeabilização precária ou inexistente A falta de impermeabilização necessária e adequada, pode trazer sérios riscos a edificação, desde estéticos e até mesmo estruturais. Os principais problemas aparecem na deficiência de impermeabilização nos baldrames, lajes, reformas na parte hidráulica, substituição de pisos ou azulejos e etc. 8. Proprietário leigo Muitos profissionais agem de má fé com proprietários leigos no assunto e acabam prejudicando todo o andamento da reforma. A falta de comunicação entre proprietário e profissional nestes casos são comuns e a importância de uma fiscalização frequente e rigorosa para garantir o resultado esperado, é necessária. Muitos erros são cometidos por falta de fiscalização como a impermeabilização, citada acima, e caídas de água inexistentes onde seriam ideais. A dica para evitar esta situação é contar com um engenheiro ou arquiteto, que será o responsável pelo controle total da obra. 9. Ausência de contrato A confiança de vários proprietários em profissionais, por serviços já prestados em locais que é de conhecimento do mesmo podem acarretar na não formulação de contratos o que é um erro enorme. Por mais que haja uma qualidade comprovada do profissional, o contrato é fundamental e traz uma garantia ao proprietário quanto a execução, aos direitos e deveres de ambos e o cronograma com prazos de entrega e datas de pagamento.   10. Profissional incapacitado Antes de mais nada, é extremamente necessário escolher profissionais adequados e totalmente capacitados para a execução da reforma. Verifique sempre se os profissionais de Engenharia e/ou Arquitetura possuem registro nos respectivos conselhos e se os profissionais de mão-de-obra possuem experiência comprovada. Outro detalhe importante é ter a oportunidade de visitar locais onde os serviços foram prestados e se houver a oportunidade, uma pesquisa de satisfação com o proprietário do local. A partir destas dicas, espero ter auxiliado você a ficar por dentro e evitar que estes erros ocorram em sua residência. Até a próxima!

Automação Residencial, Conforto e Otimização

Tecnologia esta que está cada vez mais presente nas casas e apartamentos, a cada dia essa ideia vem se tornando realidade. Atualmente grande parte das pessoas, procuram formas de se sentirem amparadas e de poderem aperfeiçoar suas tarefas, de modo que demande menos tempo e propicie uma maior sensação de conforto, segurança e bem estar. E atualmente a maioria das soluções facilitadoras vem em forma de tecnologia. Tecnologia esta que está cada vez mais presente nas casas e apartamentos. Quando se fala nesse tema geralmente a primeira coisa que vem em mente é algo futurístico, bem ao estilo “os Jetsons”, e a cada dia mais essa ideia vem se tornando realidade em forma de máquinas que fazem a automação das residências e de alguma forma facilitam as tarefas domésticas, fornecendo conforto e comodidade aos moradores. Automação é um sistema automático de controle em que os mecanismos verificam seu próprio funcionamento em forma de medições, introduzindo as correções sem a necessidade de intervenção do homem. De forma a tornar os processos mais eficientes, maximizando a produção e melhorando as condições de trabalho. Já na automação residencial essas técnicas são aplicadas para melhoria do conforto e segurança das residências. Podemos ver esse tipo de automação em sistemas que vão desde simples portões eletrônicos, centralização de aparelhos de entretenimento em um único ponto, até complexos processos de controle de iluminação, umidade e temperatura. Desta forma definimos a automação de uma residência como, a arte que torna a maioria dos equipamentos eletrônicos desta automático. As possibilidades de automação são tantas quanto as necessidades dos usuários. Em qualquer projeto que vise automatizar uma determinada função temos módulos básicos de sensores, dispositivos de acionamento e a central de controle. E utilizando esse sistema base, modificar as programações e tecnologias para adequar à requisição. Desta forma, é possível criar soluções personalizadas para cada projeto de acordo com a demanda. Um termo bastante empregado para se referir a uma residência automatizada é casa inteligente, e como o próprio nome diz todos os processos podem ser programáveis de forma pessoal, e nós da REFORM estamos preparados para lhe auxiliar da melhor maneira na automação do seu lar. Vamos listar aqui as funções mais empregadas em uma casa inteligente: Comando dos circuitos de iluminação de forma independente. Criação de cenas pessoais, controlando temperatura, iluminação, eletrônicos e persianas. Sistema de segurança com câmeras, controle de acesso por biometria. Alarmes de presença e incêndio com sensores integrados. Um ponto de extrema importância na escolha dos equipamentos para implantação da casa inteligente é ter uma interface amigável, de fácil manuseio e controles simples, para que a experiência do usuário seja a mais positiva possível. Com a tecnologia atual de tablets e celulares, é possível centralizar todo o controle da casa nestes dispositivos eliminando outros controladores. Para isso é essencial a integração entre os sistemas, para que as tecnologias conversem entre si e seja possível a centralização do controle. Hoje em dia os valores da implementação das casas inteligentes ainda é alto, mas com a popularização o custo está em queda, ficando economicamente viáveis. Além de proporcionar conforto, segurança e comodidade, sabe-se que esse tipo de automação contribui para a economia no gasto de energia das residências. Cada cliente tem uma característica pessoal, e a automação acompanha o estilo de vida e preferências do usuário, portanto na hora de elaborar o projeto é importante analisar o perfil e todas as necessidades do cliente. Até a proxima,

Reforma & Construção: Planejamento, A Economia Inteligente

Um bom planejamento feito desde o começo, o controle é maior e o investimento é mais inteligente. É uma ação fundamental para um gerenciamento eficiente da obra Se tratando de reforma e construção, quanto menos gastos tiver melhor. Certo? Nem sempre se tem o dinheiro todo para fazer o que deseja e muitas vezes é preciso até fazer um financiamento, e mesmo assim o orçamento é apertado. Ouvimos com frequência aquele famoso ditado que o barato pode sair caro. E realmente sabemos que é verdade esta situação, porém é possível ter um resultado excelente com custos reduzidos. Como? Simples! Planejando. Com um bom planejamento feito desde o início da obra, o controle é maior e o emprego do investimento é mais inteligente. É uma ação fundamental para um gerenciamento eficiente da obra. O gerenciamento da obra possui algumas etapas que abordam o orçamento detalhado, o planejamento, a gestão e contratação de profissionais e materiais e o controle de tudo que acontece dentro do canteiro de obras. Mesmo não sendo uma responsabilidade do proprietário, entender o funcionamento de cada etapa é importante para evitar dores de cabeça. Uma das etapas do planejamento que tem uma grande importância para o resultado esperado é o cronograma físico-financeiro. A partir dele é possível analisar toda situação de obra traçando objetivos e verificando possibilidades do desenvolvimento de cada etapa da obra. Esta ação estabelece uma visão sobre o melhor caminho a ser seguido para obter os resultados esperados. Estes resultados são a melhor utilização de todos os recursos do empreendimento: físicos, financeiros e humanos. Mas o que é exatamente um cronograma físico-financeiro? O cronograma físico-financeiro tem este nome porque ele junta o planejamento dos custos de acordo com a etapa construída da obra, verificando quanto foi gasto do orçamento em cada uma. Então você pergunta: Onde então não devo economizar? Essa resposta já premeditamos anteriormente: no planejamento. Quer saber mais sobre este tema tão rico e relevante e que é pouco praticado nos canteiros de obra? Fique de olho nos próximos posts. Para qualquer execução é indispensável contratar profissionais que saibam trabalhar em equipe respeitando o espaço um do outro. Construtor, engenheiro e arquiteto são peças importantes com competências e tarefas diferentes que se complementam, e trabalhando em sintonia, é sem dúvidas o tripé de sucesso de qualquer obra. E lembre-se sempre: Um bom planejamento é sempre necessário. Até a próxima!

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